Primeira idade beijo

Responda o teste de personalidade para e nós diremos com que idade foi o seu primeiro beijo! Quiz e Testes de Personalidade sobre Primeiro Beijo. No Quizur você encontra os melhores e mais divertidos testes e quizzes de Primeiro Beijo da internet. Ahh, o primeiro beijo. Momento inesquecível, que fica marcado pelo resto de nossas vidas. Primeira vez é um pouco complicado e tenso em todo os aspectos, porque é algo desconhecido, ainda mais quando envolve uma outra pessoa. Mas todo mundo já passou pelo primeiro beijo ou vai passar, então não se preocupe. Perrie Edwards beijou pela primeira vez aos 17 anos de idade e segundo ela foi porque estava esperando por alguém especial. ... Seu primeiro beijo foi com o ator Dylan Sprouse. Ele prontamente me cumprimentou com um beijo na boca que eu, com o coração aos pulos, recebi paralisada, mas não sei se correspondi. Coisa de um segundo e eu tinha sido beijada pela primeira vez na vida. Logo depois eu e R. saímos da festa, porque minha mãe tinha dito para voltarmos antes das 18h. ©Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda. 2017. Todos os direitos reservados. Este site é de propriedade da Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda., única responsável por seu conteúdo, e destina-se a residentes no Brasil. Primeiro beijo na TV: Atrizes contam que perderam 'BV' no trabalho ... “Eu perdi meu BV com 12 anos de idade. Estava fazendo um teste para a TV. ... 'A primeira vez que beijei foi na TV em ... Como Dar seu Primeiro Beijo. Quando se gosta de alguém que parece retribuir a afeição, é normal ter dúvidas a respeito de qual seria o melhor momento para o primeiro beijo. A ideia de beijar pela primeira vez é tão empolgante quanto... Na primeira vez que beijar, mantenha os lábios fechados por alguns segundos, a menos que a outra pessoa abra a boca e comece a beijar mais rapidamente. Se deixar o primeiro beijo durar, você vai se livrar de alguns grilos e definir o cenário para os próximos beijos. Vida de mulher: veja idade do primeiro beijo, sexo, gravidez. ... E a maioria tem a sua primeira relação sexual aos 16, um ano após a idade média para os meninos.

A FALSA DUPLA PERSONALIDADE DA MINHA EX-FUTURA NAMORADA

2020.08.25 07:37 kha_lill565 A FALSA DUPLA PERSONALIDADE DA MINHA EX-FUTURA NAMORADA

Ola pessoal do reddit, minha historia e meio estranha, bizzara, loka e complicada de se entender Eu tenho 16 anos(msm q nn precise saber minha idade), um dia na escola eu me apaixonei por uma menina nova, q tinha um jeitinho loko(me apaixonei por primeira vista), ela era muito bonita,de cabelos cacheados,engraçada,não conseguia parar de pensar nela... Dps de um tempo comecei me aproximar, nos aproximamos ate rapido, e deu pra perceber isso pq alguns amigos dela, falaram q ela não era de deixar as pessoas ter toques fisicos(abracos e tals) e não deixava as pessoas chegar muito perto dela,mas comigo ela permitia, como se ja tinhamos uma intimidade grande, e com isso tentei roubar um beijo dela antes de ir embora, so que ela desviou a cabeça, fiquei magoado, ainda mais q depois ela disse q nn queria nada, mas eu pedi um chance e ela me deu... Passou uns 2 meses e eu comecei a gostar realmente dela e ela de mim, eu me sentia o cara mais feliz do mundo, ja tinha visto os defeitos dela, eu achava, e nisso achei q tinha achado o amor da minha vida, comecamos a falar de casamento, nome dos filhos, oq um casal de namorados normalmente fazem(obs:a gente ainda nn era namorados), tava tudo indo bem, depois de alguns dias, minha melhor amiga(mai), bloqueou eu, a menina q gostava e outra amiga(jaiana,nome falso), e saiu de um grupo q a gente fez pra conversarmos todo mundo junto, sem dar nenhuma explicação,ficamos preocupados ,principalmente a jaiana, q nn sabia q a mai tinha passado por depressão, e no meio disso tudo, tentando acalmar a jaiana, a menina que eu gostava, comecou falar estranho, com um tom sarcasticos(q nn era dela), falando sobre coisas q ela passou, e comecou a falar e rir sobre um incendio q ela passou com a mae dela, ate ai não tinha percebido nada, ainda estava lokamente apaixonada por ela, depois "resolvemos o problema" da mai e ela voltou a falar com nos... Passou mais 2,3 meses e a menina que gostava, comecou a mudar cmg, ficar mais fria, não me dava mais a atenção que antes, tinha pouco tempo pra mim, falava em tom sarcastico, agindo totalmente diferente do que era comigo, ate que um dia ela falou q amava o um personagem de creepypasta, o jeff the killer(que foi inspirado em um assassino em serie q matou 17 pessoas, se nn me engano, envolve homens e crianças), e eu comecei a perguntar porque ela amava ele, porque ela tava agindo estranho comigo, ela comecava a dar risada perguntando:"era so isso kkk" e comecamos a discutir... Enquanto discutiamos, eu fazia perguntas pra ela, mas ela não me respodia e se respondia era rindo, ate que uma hora eu falei que queria entender ela, ela disse pra mim não tentar, se não me mataria, eu dei risada achando q era brincadeira, mas logo depois vi que não era, comecei a ter crise muito forte(pois ja estava sofrendo de crises de ansiedade e ela sabia), eu querendo entender ela, o porque ela amar um personagem, de estar falando comigo como se fosse uma psicopata e ela falando que não queria ninguem, que iria invandir minha casa(em outras palavras),e mandei 300 mensagens pra mai, pois ela estava me ajudando muito a ficar junto com a menina e ajudava a me acalmar, depois de umas 3 horas nessa conversa, ela fala que eu julguei ela, como os outras pessoas, depois fiquei confuso e ela sumiu(isso tudo foi de madrugada). Nisso tudo,ela sumiu e logo depois de alguns minutos volta falando que tava dormindo, falei pra ela ler as conversas, porem no celular dela apagaram a conversa(ela mesma), copiei as mensagens e mandei pra ela(mas acho que ela não leu), após falar tudo, falei pra ela que o jeito que ela estava falando era igual uma psicopata e falei do incendio, ai que começa ficar mais estranho, porque ela falou que não lembrava q tinha falado do incendio pra ninguem, com isso tudo peguei me despedi dela e fui tentar dormir. Depois de um certo tempo, ela continuando agindo estranho cmg, no meio de uma conversa ela comeca a falar com sarcasmos, falando com ignorancia, pensei q fosse dupla personalidade, q quando uma pessoa tem depressão, tem chance de criar uma outra personalidade, falei com a mai sobre isso, mandei as conversas e tudo pra ela entender, ela achou que poderia ser dupla personalidade tambem, então pensei como poderia ajudar, então fui atras da melhor amiga da menina q gostava(Julia), e a julia falou que ela inventava essas coisas, pois ela ja tinha falado q pegava a faca e apertava na mão, q exagerava um pouco com o acontecimento do incendio, tudo isso pra dar um gatilho mental nas pessoas que passam por depressão, ansiedade e desanimo da vida, pra elas ouvirem e pensar que ela passava por coisa pior. MANO, eu fiquei puto, tao puto, porque tinha ido atras de conversar com pessoas q tinham passado por essas coisas, q tinham dupla personalidade, pra descobrir que era simplesmente uma atuação, nisso eu perdi a confiança nela, mas não falei q sabia, pois amava ela, entao esperei, pois a amiga dela tinha dito que depois de um tempo ela mudaria, voltaria ao normal. O tempo foi passando, o sentimento foi esfriando, e com isso tudo comecei a gostar de outra pessoa, a menina tinha voltado ao normal, porem eu tinha mudado com ela, dando menos atenção pra ela, falando menos com ela, não chamando pelos apelidos, ate q um dia nos discutimos, pois a "outra personalidade" dela tinha aparecido, e no meio da discussão, eu falei errado e ela entendeu q estava falando que não estava nem ai pra sua confiança, ela terminou cmg(mesmo não namorando), eu pedi perdão e ela me deu mais uma chance, mandei as convesas pra mai e pra julia, as duas ja estavam meio q revoltadas por estar agindo assim. Mas um tempinho, a mai conversando cmg, me contou q gostava de mim,q gostava antes de eu comecar a gostar da menina e mesmo assim me ajudou com a menina, e com isso tudo contou a verdade por causa q não aguentava mais esconder isso, fiquei feliz, muito feliz, porque a pessoa que comecei a gostar era a mai, mas era lerdo e não sabia oq fazer, então pedi opinião pra umas amigas, pra minha irmã, e pra julia, e todas falaram pra ficar com a mai, pois ela não me fazia mal igual a outra menina, e com isso escolhi ficar com ela, e no dia seguinte terminei com a menina, falei que sabia de tudo, que ela estava finjindo, que o sentimento por ela tinha esfriado, nisso ela botou a culpa em mim por ela ter gostado de mim, perguntando se achei alguem, falei que não e depois de tudo isso,decidimos ser melhores amigos, e hoje amo a mai como o amor da minha vida
Espero q tenha gostado E desculpe me o livro '-' <3
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2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.08.16 17:28 camaradatorrada A vez que eu fui gado

Olá Luba, gatas, editores, papelões finados, editores, convidado nunca que existiu e turma que está a ver.
A Vez que eu Fui Gado
Essa história começa no início do ano letivo escolar de 2019, no meu primeiro dia de aula, a professora me colocou em uma dupla, era a aula de inglês, acabei ficando com uma garota muito bonita, vou chama de "Akira", sua aparência me atraia por sua pele preta, seu cabelo liso e também de nós também escrevermos da mão esquerda, na aula tentamos fazer a lição mas éramos nós dois meio ruins no inglês. No recreio tentava falar com a "Akira", mas sou um completo tímido socializar com outras pessoas, vou lhe explicar uma uma coisa Lubisco um mini telecurso " aos 4 anos de idade fui diagnosticado com síndrome autismo, por uma breve descrição, posso ser bom em certas matérias como história, mas tenho dificuldade em falar com outros seres humanos", fui por isso não conseguir conversar com a "Akira". Em se abriu uma ideia, dar uma carta de amor, hoje em dia percebo foi a pior decisão que tive, o que eu tinha escrito era completamente vergonhoso, mas na época eu achava para mim maravilhoso, mas estava muito iludido pelo amor platônico, no terceiro dia, e sim na mesma semana em que estava na escola foi quando mandei a carta, na primeira ideia era por na carteira da "Akira" durante no recreio, mas eu acabei esquecendo, então resolvi dar a carta para toda a sala de aula, foi com toda certeza eu e "Akira" ficamos tão envergonhados nem nos olhamos, a sala inteira gritando para nós, as garotas da sala falavam de formamos uma família e como seria nossos filhos, enquanto os garotos só era pior em fazer aquele oba-oba do The Sims, a "Akira" me negou na minha com toda classe vaiando do nosso """"""amor"""""", ainda podia ficar pior? Claro gritaram nosso nome e de "Akira" no corredor na hora da saída, me lembro como ontem passei por esse momento. Mesmo depois desse terrível encontro de falar com ela, eu e a "Akira" já tínhamos transformado em um meme da classe, de nosso amor amor platônico, quando tentava falar com ela sempre todo mundo sabia do nosso caso. Durante um período fui meio que um gado a ela, você deve está se perguntando ou não, "alguém deu esse apelido em você?" Eu mesmo me apelidei de gado por causa de um vídeo do "Ei Nerd", o vídeo era mais ou menos de personagens de animes gados, então foi assim que percebi era gado esse tempo todo. Em fim beijos Luba, Deus te abençoe!
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2020.08.14 01:12 human_profile (+18) Vi os tópicos dos virgens velhos...

Disclaimer: sem julgamentos, só estou dizendo o que penso. Talvez seja um relato muito mundano, vulgar e de mau gosto.
Eu ainda me vejo como um desses virgens velhos, muito embora não tenha chegado aos 40 e nem seja mais formalmente virgem. Sem contato íntimo com o sexo oposto, tendo desperdiçado as chances que apareceram em idos tempos, e hoje me enquadraria dentre os "desalentados", por não procurar. Mas trapaceei, hoje sou apenas bv, pois paguei putas. Putas no plural, mas na real sobram dedos ao contar em uma mão, tanto em putas quanto no total de vezes em que contratei os serviços.
Por que fiz isso!? Pela experiência. A partir de certa idade, o peso do envelhecimento começa a se sentir, ferimentos demoram mais a se fechar, atividades físicas nos deixam quebrados por mais tempo, e por isso comecei a pensar: não tenho tantas décadas de ereções com vigor adolescente pela frente. Assim, antes desse prazo incerto terminar, me decidi a ter tal experiência.
Vou pular a parte burocrática de pesquisar, hesitar, ir e voltar diversas vezes. Acabei me decidindo por impulso a ir em uma que me agradava esteticamente. Fiquei um pouco sem jeito e isso deve tê-la deixado igualmente sem jeito. Talvez não tenha acreditado que eu fosse virgem, talvez não soubesse como lidar por nunca ter visto um. Mesmo assim achei muito fácil ficar pelado em frente a uma desconhecida, não tive receio de meter a mão nos peitos ou na bunda, de tentar acariciar a buça (acho que acreditou que eu era virgem, pois não queria que eu machucasse, então evitou que eu fizesse isso), mas eu não sabia beijar, e ela não deixou. Se eu já soubesse, talvez tivesse sido natural.
Faltou contato além de pelvis com pelvis, vi minha cota de pornografia e é natural que tenha me influenciado até certo ponto. Meu corpo estava carente de um abraço de um beijo, algo assim dificilmente seria bem feito por uma profissional. Achei uma outra gp bem melhor depois, mas não soube o que fazer pra aproveitar tudo o que oferecia. Apesar da interação ser bem melhor e eu poder dizer que queria isso e aquilo, acabei sem dizer. Talvez tenha sido um resto do pensamento de que devesse ser algo especial em sua plenitude, apenas a ser feito com alguém especial, etc. e tal. Mas não, eu queria saber. Já tive sonhos muito realistas com beijos e tudo o mais, queria saber como era o real.
Resumindo, é uma experiência que o virgem de 40 anos possa testar, apenas para conhecer. Não vai mudar nada, é uma punheta glorificada. Eu saí de lá cansado, batendo forte o pé no chão, me sentindo macho, ainda que a primeira vez tenha sido uma porcaria e eu só ter saído "satisfeito" com meu "desempenho" numa posterior. Mas isso teve um efeito bom, me mostrou que não estou quebrado fisicamente, só mentalmente. Me mostrou que o corpo feminino é delicado, mas que não está em uma escala diferente do corpo masculino, não vai quebrar com um pouco mais de firmeza nem é perigoso de se tocar. Sexo pode ser ligeiramente viciante. Se eu ficar sem tocar umazinha de quando em quando, o pensamento começa a apontar novamente para algum tipo de sexo, eu estava quase a marcar uma neste final de semana, mas esvaziei as bolas e voltei a ter juízo.
Acho que o principal ganho que tive foi ter respondido minhas dúvidas e saber do que se trata, acabou o mistério. Os aprendizados práticos e gerais também foram bons. Sei que a primeira vez é uma bosta e tenho bons palpites para ter uma foda melhor se eu for uma próxima vez, do que fazer e do que pedir que ela faça. Acho que sei porque algumas pessoas de mente mais fraca perdem a cabeça com isso. Posso supor com alguma segurança o grau em que o álcool ajuda como lubrificante social e simula um sentimento de desejo e tesão, mesmo sem ter ido a baladas nem me embebedado. Até posso imaginar como seria uma foda entre pessoas apaixonadas desejando se comer mutuamente, mas alcancei certo contentamento em saber que provavelmente nunca terei algo assim; "veni, vidi, vici" no que me propus a fazer: esclarecer a dúvida fisiológica.
Os experientes dirão que não sei de nada, que minha experiência foi incompleta, talvez até artificial. Tudo bem, agora eu sei o que sei, que é mais do que ontem. Posso me nortear por outros objetivos e essas lacunas não fazem diferença pra mim no momento. Se algum dia eu me sentir tão incomodado por estas "faltas", aí então irei atrás.
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2020.08.10 00:26 claudiocastagnoli Será que coloquei tudo a perder?

Olá amigos, espero que tenham tido um ótimo domingo e um dia dos pais tranquilo. Venho aqui hoje para pedir uma opinião a respeito de algo que vem me deixando muito angustiado. Contextualizando, tenho 24 anos de idade, sou homem, moro há 10 meses sozinho em uma cidade que não é a minha de origem e que ainda conheço pouca gente. Pra entender os conceitos e causas do que vou contar, é preciso contextualizar a minha situação enquanto ser humano. Eu sempre fui obeso, desde a adolescência. Por mais que isso teve um impacto sobre mim durante toda a minha vida até aqui, eu nunca sofri muito em relação a ações de outras pessoas, como bullying. Acredito que pelo fato de ser bem alto, o que disfarça um pouco os 40kgs acima do peso em que cheguei no segundo mês de quarentena. O fato de ser obeso fez com que eu me tornasse uma pessoa muito tímida, desenvolvesse fobia social e fizesse com que eu não tivesse uma iniciação amorosa, digamos assim, como a maioria das pessoas. Beijei pela primeira vez aos 19 anos de idade, perdi a virgindade aos 22, etc. Eu nunca passei pelo processo de conquista nessas situações, sempre foi algo combinado antes e mecânico, utilizando geralmente o Tinder com um perfil anônimo procurando sexo. O motivo é simples, me sinto muito inseguro e tímido para desenvolver uma relação normal com uma pessoa nesse sentido, fico muito nervoso e quando tentei, diversas coisas aconteceram, como me dar um branco terrível e eu perder todo e qualquer assunto que eu teria com uma pessoa que eu conversava quase todos os dias pela internet. Eu sou uma boa pessoa, sou uma pessoa criativa, carinhosa, atenciosa, eu modéstia parte sempre agradei as poucas meninas que chegaram a ficar comigo, pq sempre pesquisei e estudei muito sobre o que fazer pra satisfazer uma pessoa da melhor maneira possível. Uma dessas garotas, das 3 que ficaram comigo na vida, foi inclusive o mais próximo que tive de um relacionamento, que só não rendeu pq me mudei de cidade na época. Eu nunca fiquei com ninguém, no sentido de sair com uma pessoa e durante esse encontro desenvolver uma atração e terminar o encontro com um beijo ou uma noite juntos. Isso me doía, mas agora anda doendo mais, e explico o motivo.
Logo ao me mudar para esta cidade no último ano, conheci uma garota maravilhosa. Sei o quanto isso pode parecer clichê, mas eu nunca conheci ninguém igual a ela. E só de pensar na personalidade, em todo o carinho que ela me entregou desde o início, eu me emociono enquanto escrevo meu relato. O fato é que do início de 2020 pra cá nos aproximamos MUITO, mas acabamos conseguindo sair apenas duas vezes antes da quarentena começar. Foram dois rolês incríveis que me lembro sempre com certa nostalgia. Depois desse segundo rolê, começamos a nos aproximar de maneira afetiva, e é aí que minha insegurança e inexperiência começa a afetar tudo. Estávamos muito próximos, falávamos de coisas que queríamos fazer, éramos muito carinhosos um com o outro, ela foi a primeira a dizer que me amava, o que me deixou muito feliz. Estávamos muito bem, mas eu estava com medo de estar entendendo as coisas da forma errada, e como já havia sofrido com isso antes, resolvi perguntar. Resumindo, ela disse que se interessava em ter uma amizade colorida comigo. Eu disse que tudo bem, eu também queria isso (por mais que por dentro já soubesse que estava apaixonado). Depois dessa nossa conversa, conversamos posteriormente mais uma vez sobre isso, confirmando o nosso status, mas com o tempo deu uma leve esfriada, o que é normal devido à quarentena. Mas a minha mente insegura ficava sempre buscando confirmações, e sei que isso pode ter afastado ela. Marcamos um encontro em minha casa nas últimas semanas, depois de ficarmos afastados desde março. Eu fiquei MUITO empolgado, fiz de tudo pra recebê-la da melhor maneira possível, deixei minha casa arrumada, cheirosa, comprei uma roupa nova pra usar, fui ao barbeiro, usei meu melhor perfume e recebi ela. Bom, foi muito legal, fizemos várias coisas, mas não rolou nada. Mesmo com ela dando um sinal com um comentário sobre a minha cama logo na chegada. As coisas foram ficando tensas, eu estava tenso, não rolou NADA. E aí volta a questão da inexperiência de nunca ter chegado a essa situação, de ter de criar um clima pras coisas acontecerem, por sempre ter tido apenas relações mecânicas. Ela foi embora depois de passar o dia todo comigo, fiquei frustrado, e como bom inseguro, resolvi comentar com ela na noite do mesmo dia. Disse que achei que iria rolar alguma coisa mas que eu estava um pouco tenso. E ela quebrou meu coração dizendo que não queria mais. Que me ama, mas não quer isso.
Uma semana antes estávamos trocando memes sobre beijo, duas ou três semanas antes estávamos insinuando atos de carinho. Assim que ela chegou na minha casa fez um comentário que soou como um sinal. E ali, ela disse que não queria isso. 🥺 Sei que provavelmente estraguei tudo com minha ineficácia em relação a deixá-la a vontade pra ficar comigo. Nós estamos bem (mas o assunto ficar nunca mais voltou a pauta), já estamos marcando dela vir outra vez nos próximos dias pra comermos algo. Mas agora pergunto a vocês meus amigos e amigas, da forma mais humilde possível: está tudo perdido mesmo? Como posso tentar reverter essa situação?
Obrigado por tudo ❤️
(Obs: estou fazendo terapia pra tratar essas questões pessoais)
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2020.08.08 05:30 himawari_tocerto Isso acabou comigo

Oi luba, gatas, editores, papeloes, turma e possivel convidado que esta a ver Antes de começar a historia vou dar um pouco de contesto:sou uma menima de 12 anos de idade, e sou meio "gorda" digamos assim que tenho esseço de gostosura kk mas por causa disso numca gostei do meu corpo então usava blusas que cobriam até meu rosto se pudece, este ano estou me sentindo melhor com meu corpo então comecei a usar regata na rua Ok chega de contesto, a historia aconteceu semana passada então ela ainda esta meio que acontecendo, eu estava indo na brasil cacal para comprar um presente para meu par já que vou encontrar ele no dia dos pais, fui com minha irmã e minha mãe A gente escolheu as trufas e estavamos voutando para a casa, já estavamos na rua de casa quando um mosso (que tinha cara de ter uns 30/36 anos) deu uma cantsda olhando para a gente E quando me virei ele deu uma piscadinha para mim e depois sail, isso me abalou e tive um choque de realidade, não era a primeira vez que isso acontecia com a gente, então não sei o que pode ter dado isso em mim Começaram a vir pensamentos na minha cabeça: Sera que vai ser pior com o tempo?, isso teria acontecido se eu estivesse de moleton?, sera que eu estou segura saindo na rua?, se não esta obvio que eu tenho 12 anos o que estou fazendo para que pensen o contrario Não sai de casa deis de então, fiquei paranoica, deixei de ouvir musicas por ter a musica a ver com relacionamento (e não sei se vocês sabem mas a maioria das musicas é sobre relacionamentos) O dia dos pais esta cada vez mais proximo e não sei se vou conseguir sair na rua de novo para me encontrar com meu pai, queria saber o que passa na cabeça dos homens para achar que se fizerem uma cantada para nos, iremos ficar aos pés deles, tauvez esta historia nem chegue ao luba, tauvez uma unica pessoa veja isso, e não fassa diferença en nada na vida dela, mas este acontecimento acabou comigo, e ainda estou com dificuldade de sair na rua então é isso Tchal turma, um beijo para o luba e <3
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2020.08.06 04:56 Hecate_-_ Como eu venci o bulling

Olá Luba, Galadriel, Misty, editores, espíritos de papelões, LED's agora simétricos, editores e turma que está a ver. Essa história é de uns anos atrás, quando eu estava no primeiro ano do ensino médio. Logo na segunda semana de aula, eu peguei dengue hemorrágica, e depois de quase três semanas afastada das aulas eu voltei, vários quilos mais magra, com alguma manchinhas na pele ainda, muitas manchas roxas de veias estouradas, e ainda deslocada por estar voltando à minha rotina. Eu tinha poucos amigos, dentre eles o único garoto gay assumido da escola, era estudiosa, jogava RPG, usava óculos e aparelho nos dentes, nunca tive espinhas e tenho cabelo cacheado (numa época em que chapinha era uma verdadeira ditadura). Eu inventei o bulling! Meu contato com o bulling começou logo quando voltei às aulas. Diziam que eu era uma viciada (por conta das manchas roxas nos braços, o emagrecimento vertiginoso e a indisposição). Era só um boato, eu não liguei. Depois chegou a primeira semana de provas. Eu tirei as melhores notas das sala em pelo menos 90% das matérias. Aguentei mais alguns boatos sobre como era possível que eu tivesse boas notas sem ter frequentado metade das aulas até ali. Diziam que os professores tinham pena de mim, que eu estava fazendo favores sexuais aos professores e professoras (até meu corpo era um problema, tendo 104cm de busto com quinze anos, diziam que eu tinha "peitos de vadia"). Eu deixava os comentários entrarem por um ouvido e sair pelo outro. Criaram uma comunidade no Orkut pra falar sobre como meu cabelo era feio, ou sobre como eu deveria estar mentindo a idade com minha falta de espinhas ou meus "peitos de vadia". Eu seguia em frente na companhia desse meu amigo, que também enfrentava muitos comentários odiosos, coisas pesadas, mas nesse momento não tinha chegado em agressão ou nada físico, até o início do segundo bimestre. Vendo que eu não ligava pra comentários ou comunidades no Orkut, começou a ficar pesado. Tive coisas roubadas, cadernos rasgados, chicletes colados no meu cabelo... Mas era tudo anônimo, nunca consegui encontrar os culpados. Até o dia da lista. Correu na minha sala, duas listas. Uma das garotas mais bonitas, e outra das mais feias. Eu nem quis ver, tava de fato cagando pra isso. Mas uma garota que vamos chamar de Karen, veio trazer aquela lista pra mim, eu fiz que nem era comigo, então ela de irritou e disse várias coisas pra me irritar, eu abri um bocejo, e perguntei de ela já tinha terminado. A Karen, ficou puta, disse q eu podia fazer essa pose de quem não se importava, mas que sabia o quanto eu estava chorando por dentro e que eu era uma nada e mimimi mimimi, professor chegou e acabou por aí. Eu pensei assim. O problema foi que os meninos acharam que era uma ótima ideia atribuir pontos às garotas, e quem "pegasse" a garota, recebia os pontos. As mais bonitas tinha pontuações altas, e quanto mais ia descendo sua colocação, mais diminuía a quantidade de pontos. Mas no meu caso e de mais duas meninas consideradas "as mais feias", era atribuída uma pontuação alta, pq o cara que tivesse "coragem de pegar" ganharia pontos pela "caridade" e pela coragem. Karen veio "esfregar" isso na minha cara dizendo que nem assim, nenhum garoto ia querer me beijar. No dia seguinte, depois que acabou o recreio, eu me dirigi à minha sala mas não me deixaram entrar, uns garotos que estavam com a tal lista na mão me encurralaram, disseram que eu não ia entrar se não pagasse o "pedágio". Eu recuei e tentei me afastar, entraria qdo o professor chegasse. Mas um deles não deixou, vamos chamá-lo de Karon, ele disse algo sobre precisar de pontos até o fim de semana, e me prendeu, segurando meus braços junto ao meu corpo na altura dos cotovelos. Fiquei em pânico, eu odeio que me toquem, ainda mais de forma tão invasiva. Ele foi se aproximando pra me beijar à força, eu me afastei e dei com a cabeça na boca dele, quando ele baixou a guarda, dei uma joelhada na virilha e ele me soltou. Eu poderia ter parado por aí, mas pensei rápido, tinha vários garotos ali e poderiam torcer a história, como se eu viesse do nada e batesse no garoto, então continuei batendo nele, consegui derrubá-lo, subi em cima e socava ele no rosto, com toda a minha frustração, descarreguei nele cada vez que fingi que o bulling não me afetava. Só parei de bater nele qdo me arrancaram de cima dele. Ele estava desmaiado, ou fingindo, não sei, mas o nariz dele sangrava muito. Me mandaram pra diretoria, no dia seguinte eu não entraria sem um responsável. No dia seguinte, estava eu com meu pai, o garoto com a cara roxa e a mãe dele. Quando me perguntaram o pq de tanta violência, eu disse q ele tentou me beijar à força, meu pai tinha um sorriso que não desmanchava por nada. A mãe do Karon tentou me refutar na hora, mas qdo olhou pra ele, e ele com aquela cara de cachorro que cagou na sala, ela viu que era verdade. Ela deu vários tapas nele, dizendo que o que ele ganhou era pouco, e que se ele quisesse consertar o nariz quebrado, ele que trabalhasse e pagasse pela cirurgia. Ele pegou suspensão. Comigo não aconteceu nada, só fui obrigada a ir ao psicólogo e fazer terapia de controle da raiva. Nunca mais fizeram nada físico comigo. As hostilidades femininas ainda duraram por mais tempo, acabei com elas tbm, mas já é outra história. Nunca mais mexeram com meu amigo tbm. Os garotos tinham medo de apanhar igual ao Karon. Pouco tempo depois, ele se transferiu. Me lembrei dessa história pq recentemente, Karon me seguiu no Instagram e curtiu fotos, olhei a foto do perfil dele. Quase 15 anos se passaram e o nariz dele ainda é torto! Amo seus vídeos Lubisco, até minha mãe se parte de rir com vc! Amamos vc! Um beijo se vc quiser <31
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2020.08.01 03:43 soso_00 Um chifre, um cachorro, e um gato LINDO

Olá Luba, editores, gatas, convidado possivelmente inexistente, e turma que está a ver, prazer, sou Sofia
Todo ano, os colegas de trabalho da minha mãe se juntam pra fazer um churrasco na casa de algum deles. Ano passado, um desses churrascos foi na minha casa. Eu nunca tinha ido em um desses churrascos, normalmente ficava em casa jogando video game ou ouvindo música. Mas, como dessa vez ia ser aqui, eu me prontifiquei a ajudar meus pais. Eu perguntei pra minha mãe se viria alguém da minha idade (16) e ela disse que o filho de um dos colegas dela tinha a minha idade. E, também, uma criança de 6 anos viria.
Naquela época, eu namorava com uma garota que morava a uma rua de distância da minha casa. Eu mandei mensagem pra ela e perguntei se ela não queria vir, já que eu não queria interagir sozinha com um cara que eu não conheço e uma criança de 6 anos. Ela me disse que estava ocupada aquela noite, então não poderia ir. Guarde esse detalhe.
Eu e meus pais arrumamos tudo pra receber os convidados, e um tempo depois que tudo já estava pronto eles começaram a chegar. Minha mãe me pediu pra receber eles e levá-los até a parte de trás da casa, onde ia acontecer a "confraternização". Na primeira vez que a campainha tocou, era um casal, que tinham um gato LINDINHO DEMAIS, e por algum motivo eles levaram ele pro churrasco. Na segunda vez que a campainha tocou, era uma mulher com a criança de 6 anos. Mais alguns convidados chegaram, e então o casal com o menino da minha idade. Eu até tentei conversar com ele, mas ele sempre dava uma desculpa e ia pra outro lugar. Aí eu desisti, não sou rabo pra ficar indo atrás dos outros.
Mais um tempo se passou e minha mãe me pediu pra ir em um mercado aqui perto comprar mais refrigerante, que tinha acabado. Pra eu não ir sozinha, ela chamou o menino e nós dois fomos. No caminho do mercado tem um restaurante, que algumas mesas ficam ao ar livre. Chegando perto daquele restaurante, eu vi uma garota loira sentada em uma mesa com um cara. A garota tava usando uma blusa que era igual a uma que eu tinha dado pra minha namorada, mas eu pensei "bom, é só uma blusa, não é só a minha namorada que tem". Porém, quanto mais eu e o menino chegávamos perto do restaurante, a garota ia ficando mais parecida com a minha namorada. Aí, você já deve saber né. Quando passamos pelo restaurante, era a minha namorada saindo com um cara. Quando ela me viu, levantou e veio se explicar. "Ele é um amigo, não é nada demais, certo?". Certo. Eu não sou ciumenta, ela pode sair com quem quiser, porém, o que deixou a máscara dela cair foi a reação do cara. "Ela é sua namorada?". Eu respondi que sim, e ele ficou branco, parecia que tava morrendo. "Meu Deus, você não me disse que tinha uma namorada. Não acredito que você tava saindo comigo antes de terminar com ela!". E mais um discurso inútil que eu não ouvi, só disse pra minha, agora ex, namorada, que nunca mais me procurasse e fui pro mercado. Na volta, depois de comprar o refri, o garoto do meu lado disse "cara, você é corna" e eu ri, mas de raiva. Sabe quando você tá com tanta raiva, que não consegue expressar por palavras e fica rindo? O problema foi que eu ri muito alto, e isso acordou um cachorro GIGANTE que tava dormindo ali perto, e foi tipo um "bônus" pro meu dia. O cachorro correu pra cima da gente, rosnando, e tentou morder a perna do menino, mas o menino correu e o cachorro veio pra cima de mim. A gente correu daquele cachorro por três quadras, e quando chegamos na minha casa o guri do meu lado se jogou pra dentro do portão e me puxou pelo braço que eu tava segurando a sacola do mercado.
Enfim, a sacola quase rasgou, quando a gente abriu o refrigerante depois ele quase explodiu, e na volta do mercado minha ex ainda tava em um encontro com aquele cara. E as únicas coisas boas daquele dia é que eu e o guri viramos amigos e ele me convenceu a contar essa história aqui, e o gato daquele casal era um amor e eu amo ele.
É isso, tchau lubisco, tchau turma, beijos beijos
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2020.07.28 18:30 lethy_yaoi "Sua mãe deveria ter te abortado"

Aê mermão. Fala Luba, editores, gatas, papelões falecidos e queimados e white girls, Essa história não é bem minha, por mais que eu tenha participado dela, e sim de uma amiga minha, vamos chamá-la de Geovana, pra que o luba não precise criar mais nenhum Carls, ela me deu permissão de postar aqui já que, de acordo com ela, o luba não vai ler mesmo(mostrem que ela está errada). Enfim, a Geovana é minha melhor amiga desde os nossos 7 aninhos de idade e devido a isso, nós duas conhecíamos a família uma da outra e também os dramas que envolviam as mesmas.
Era normal para nossas mães que nós passássemos uma noite na casa da outra e tals, assim como ficar pro almoço ou jantar ou qualquer outra refeição com a família. Nossa história aconteceu ano passado, os pais da Geovana são separados desde que ela tinha uns dez anos, mas como eles tinham guarda compartilhada a Geovana passava uns dias na casa do pai dela, que era bem perto de uma praia daqui do Ceará (da Sabiaguaba caso queira saber) e dessa vez não ia ser diferente, exceto pq dessa vez ela fez pirraça com a minha mãe para que me deixasse ir(eu tô exagerando com o "pirraça" mas que ela ficou enchendo o saco da minha mãe pra deixar eu ir, isso ela fez), depois de conversar com a mãe da Geovana, minha mãe me deixou ir passar os dias lá.
Estava tudo nos conformes, eu já tinha feito minha pequena mala com todas as coisas que eu poderia precisar (de acordo com a minha mãe, por mais que eu não entenda porque eu precisaria de um casaco em uma casa perto da praia) assim como a Geovana, quando fiquei pronta me despedi da minha mãe e fui pra casa da Geovana para esperarmos o pai dela com o carro para nos levar.
Eu conhecia o pai da Geovana antes da separação então eu sabia como ele agia normalmente, ele é um pai severo mas ao mesmo tempo ele nunca aumentaria a voz pra gritar com a própria filha ou algo do tipo, pelo menos era o que eu pensava. Estávamos na casa da Geovana, tínhamos planejado sair cedo para que pudéssemos chegar na casa e nos arrumarmos para ir tomar um banho de praia, acho que ainda não passava das oito da manhã então o pai dela chegaria daqui uns trinta minutos e enquanto isso ficamos conversando. Passaram trinta minutos, quarenta, uma hora e nada do pai dela chegar, minha mãe me ligava a cada dez minutos para saber se já tínhamos saído e cada vez que eu dizia que ainda não ela me dizia que era pra voltar pra casa kkkkk.
A Geovana começou a ligar pro pai, pra madrasta, pro filho da madrasta e era sempre a mesma resposta "já vamos", quando ia dar dez horas descemos pra comer alguma coisa enquanto esperávamos, como era a primeira vez que eu iria "viajar" com o pai da Geovana, eu não sabia que ele demoraria tanto, mas aparentemente era normal ele se atrasar até mais que isso. Eu estava tão ansiosa que a cada carro que passava na rua eu pensava que era o pai dela( e a Geovana e a mãe dela rindo da minha animação). Quando ele Finalmente chegou, eu já nem lembro mais quanto tempo tinha passado, a madrasta dirigia o carro e o pai dela estava no banco do passageiro, não sei se alguém notou(provavelmente sim), mas ele estava com um fedor extremo de cerveja (daquelas bem vagabundas).
Ele entrou na casa parecendo um fucking zumbi e gritou pra que entrássemos logo no carro enquanto a madrasta ainda tava lá, eu ainda demorei um tempo no quarto da Geovana mandando mensagem pra minha mãe e dizendo que ele Finalmente tinha chegado e eu já estava indo, quando desci ouvi os pais dela brigando e ela do lado só ouvindo.
Mãe: Qual a p**** do conceito de cedo pra você?
Pai: Eu já cheguei, não cheguei? Para de ser louca.
Mãe: As meninas estão te esperando desde as oito.
Pai: Se queria convidar aquela menina deveria ter avisado que o mundo não gira ao redor dela e que eu também vivo.
Geovana: Você tinha combinado com aquela menina uma hora então você deveria seguir com o combinado.
Pai: Eu estou falando com a sua mãe. Eu sabia que ela não era uma boa influência pra você, vestindo roupas curtas e maquiagem demais, eu não te criei pra ser vagabunda assim.
Sei que eu não tenho muito direito de me sentir mal com a situação e tals, afinal não sãos os meus pais, mas esse tipo de comentário sempre me deixa mal e na minha cabeça, o pai dela deveria saber, são comentário tão constante mas que aínda assim me entristecem. Foi com esse pensamento que eu decidi mandar mensagem pra minha mãe que eu tinha desistido de ir, eu não ia ficar no mesmo ambiente que aquele cara nem que me pagassem.
Quando desci para a sala de novo a discussão ainda continuava mas agora era entre o pai e a filha enquanto a mãe ia até a cozinha e ela me viu, contei que não queria mais ir mas ainda ia ficar mais tempo pra me despedir da Geovana quando ela saísse. Os dois já estavam gritando bem alto naquele momento.
Geovana: Eu não dou a mínima se você não gosta mas ela é minha melhor amiga e é negra e ela vai com a gente.
Pai: Cala a boca, eu sou seu pai e eu que deveria estar gritando com você sua ingrata, eu cuidei de você a sua vida inteira e é assim que você me trata? Tá aprendendo a ser uma malcriada com aquela menina é?
Como eu ainda estava na cozinha (que era um cômodo de distância da varanda que era onde eles tavam) eu não ouvi o que a Geovana disse mas que irritou o pai dela isso eu sei. A mãe dela decidiu que já deu e com isso ela foi até onde a algazarra estava.
Mãe: Já chega. Se você pretendia ser um pau no c* Você conseguiu. A Geovana agora não vai pra lugar nenhum e você vai embora da minha casa.
Pai: ela também é minha filha e você não pode impedir q eu leve ela pra minha casa se ela quiser também.
Mãe: esse é o ponto, você acha que depois disso ela ainda vai querer sair?
Pai: Eu vou contar para o juiz que você não me deixa ver minha própria filha e está fazendo a cabeça dela contra mim.
Mãe: você começa a xingar e a culpa é minha?
Pai: A culpa é sua por ter tido ela, sim. E ter criado ela como uma vagabundinha que se veste com roupas curtas.(me recuso a repetir oq ele disse de verdade)
Virada dramática até a filha
Pai: desde que você nasceu sua mãe ficou insuportável por culpa sua, se eu soubesse eu teria obrigado ela a te abortar.(ele não disse abortar de fato, mas é uma coisa regional então eu achei melhor colocar de um jeito que todos entendam)
A briga continuou por mais um tempo até q os dois decidiram que era melhor que o pai fosse embora para que não tivesse mais nada demais, lê-se barraco. Quando ele saiu a torta de climão já tinha sido servida e ficou um silêncio.
No final de tudo eu só fiquei pro almoço e depois fui pra minha casa, eu não sei o que aconteceu quando eu saí, mas eu imagino q não foi a melhor coisa do mundo. Essa é a história, beijos a todos.
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2020.07.28 16:48 Pedramorim Como Perder o Interesse em 5 minutos!

Olá Luba, editores, gatas, papelões falecidos e turma que está a ver. Bom, hoje vim contar uma história de como foi quando eu quase tive meu primeiro beijo.
Eu sempre fui uma pessoa bem difícil, fui criado com um ideal de que beijo é algo especial, e que não pode ser com qualquer um, e por isso já recusei alguns pelos pedidos virem de pessoas que eu não queria, e era muito raro eu querer alguem que me queira também, enfim, teve esse menino que vamos chamar de Carls por motivos óbvios. A prima dele é minha amiga e a gente estuda na mesma sala, então um dia que eu estava com fogo naquele lugar, pedi pra ela me apresentar pra algum amigo dela, e ela lembrou rapidamente do Carls, e chegando em casa nesse dia, ela passou meu telefone pra ele, a gente conversou por mais ou menos uma semana, e inicialmente eu tinha gostado dele, então eu já fiquei ansioso. Na semana seguinte, fui ao cinema com um grupo de amigas, e elas começaram a me incentivar a ligar pra ele pra ele ir também, mas no final ele acabou não indo, e o pior é que ele disse que ia, mas faltando 10 minutos pra gente ir embora, foi só aí que ele disse que não iria mais. O trouxa aqui, ignorou como se nada tivesse acontecido, e no dia seguinte, fui em um açaí com esse mesmo grupo, e convidamos ele de novo, e foi a mesma coisa, ele disse que ia e só foi responder que não iria mais, pouco antes de termos que ir embora.
Lembrete no meio da historinha: na época ele tinha 13 anos e eu 15, e ele parecia ter bem menos idade que 13, já que mais pra frente vai dar pra ver o porquê.
Vamos avançar duas semanas. Ele me chamou pra ir na casa de um amigo pra gente finalmente ficar, já que não é muito confortável e confiável dois macho ficando em qualquer lugar, a gente foi e ficou lá boa parte da tarde jogando RPG (inclusive foi a minha primeira vez e eu adorei). Chegando mais ou menos no final da tarde, a gente conversou de ir pra uma "casinha da bagunça" que tinha no fundo da casa desse menino, e chegando lá eu pensei em tudo que conheci dele pessoalmente naquele dia, tudo isso em segundos. Pra você ter uma noção, no mesmo dia ele ofendeu várias pessoas que ele não gostava usando a aparência delas, além de ficar perguntando pra um outro menino que estava lá também (o qual ele já tinha feito seixo) quando eles fariam de novo NA MINHA FRENTE. Enfim, quando entramos na casinha, nos abraçamos, e pouco antes de começarmos eu o afastei e inventei um milhão de desculpas pra não ficar com ele, tipo falar que eu não estava pronto ou qualquer outra coisa, aí começou o diálogo:
Carls: Vamos ficar aqui por uns 10 minutos, se a gente voltar lá sem ter feito nada eles vão encher o nosso saco.
Eu: E você vai mentir que a gente se beijou pra eles?
Carls: É o que eu pretendo.
Nesse momento eu só soube agradecer pela luz que veio em mim pra não ficar com ele, eu nem ligava se ele ia mentir, mas pelo menos eu poderia desmentir depois. No final deu tudo "certo" até ele me chamar um mês depois. Mas eu vou contar em outro post...
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2020.07.28 05:48 leepz2019 Um "amor" que eu não entendi

Olá me chamo L. (H.28) e venho buscar opiniões pra poder entender oque está acontecendo. Há 4 anos atrás conheci uma moça denominada D. Moça bonita e jovem 15 anos, só queria curtir e zoar a vida, quando eu a conheci foi em casa, naquela época consumimos maconha e vivíamos chapados, ninguém queria nada com nada, eu recém terminado e ela também. Nos envolvemos e aconteceu, a gente ficou e deixamos claro que não queríamos nós apegar tanto, porém não foi isso que aconteceu. Porém eu vinha passando por problemas devido ao meu término recente e vi que estava ali só por estar mesmo. Comecei a pensar e fui me afundando numa depressão profunda e amarga, porém não quis demonstrar isso, eu gostava muito dela e sabia que na idade dela não tinha porque envolver-la em algo desse tipo, afinal queríamos curtir. Passando um tempo minha mãe sabendo da minha situação me chamou pra ir morar com ela no nordeste, sem chão e sem nada resolvi ir sem hesitar. Expliquei para a D. que teria que ir embora pois não tinha mesmo condições de me manter nas condições emocionais que eu estava. Ela entendeu e compreendeu, sempre fomos muito sinceros um com o outro. Fui embora de coração partido por deixar a cidade e pessoas muito importantes pra mim pra trás. Chegando lá não consegui me adaptar e cai em depressão profunda, o único motivo pra eu sair da cama era comer e fumar cannabis. Passado um tempo comecei a me sentir mais disposto, saia pra passear beira mar, dar uns pegas bem assim dizer, uma euforia total. Cheguei a mandar mensagem pra D. Já que tinha me afastado por conta da depressão, porém ela tinha voltado com o ex, segui em frente afinal oque mais me importava era se ela estava feliz ou não. Passado uns 2 meses entrei em uma crise psicótica devido ao uso de cannabis. Passei por avaliação psicológica e fui encaminhado pra uma clínica. Foram os piores dias da minha vida, porém aprendi muita coisa ali. Eu já não queria mais morar lá no nordeste então saindo da internação resolvi fazer uso de drogas denovo sabendo que assim minha mãe me mandaria de volta pra minha cidade aqui no sudeste. Voltei e continuei a usar contrariando todo o tratamento da doença (esquizofrenia) uma simples tendência nada que me tornasse incapacitado de lidar com a sociedade. Certas vezes cheguei a sair e esbarrar com ela pelas ruas, cruzamos olhares mais ela ainda estava com ele e eu pensava que ela estava feliz e não queria estragar isso. Passado um tempo me atacou outra crise e resumindo segui pra uma internação mais severa agora aqui no sudeste e parei com o uso de drogas pra não atacar crise de novo. Fiquei um ano focado em trabalhar e cuidar de mim se manter relação amorosa com ninguém, isso foi ano passado. Um amigo em comum que namora uma amiga dela me disse que esses dias elas estavam conversando sobre mim, que ela aparentemente estava tendo um mal relacionamento com o namorado dela e disse que ela nunca me esqueceu e que gostava de mim depois de todo aquele tempo. O amigo me disse pra mandar mensagem pra ela, passado alguns dias eu criei coragem e mandei um oi pra ela no wpp. Sem resposta eu pensei, ela deve estar se acertando com ele, melhor eu deixar quieto. Passado mais alguns dias respondi um storie do instagram, não passou muito ela me respondeu com um emoji, logo voltamos a nos falar cada vez mais e mais. Perguntei se ela tinha terminado e ela disse que sim, antes de agente voltar a se falar ainda. Numa sexta feira tomando uma cerveja ela me disse que ia dar com o irmão, eu sem muito o que fazer chamei ela pra tomar uma em casa onde nos conhecemos, e ela aceitou e veio pra minha casa, já com a intenção de ficarmos, pois havíamos conversado por mensagem. O reencontro foi algo muito especial pra mim, algo que eu não consigo explicar. Ela passava quase a semana em casa, e quando ia pra casa dela trocava-mos mensagem do amanhecer ao anoitecer, eu achava me sentia muito pressionado mas sentia que ela precisava disso pois ela havia mencionado que também tinha parado de usar drogas que ocasionaram em crises de Pânico ou ansiedade não sabemos ao certo pois ela não quis ir ao médico saber sobre. Ela vinha tendo crises com certa frequência e eu sempre ajudei como pude, quando estava longe eu tentava distrair-la, quando perto abraçava, conversava, contava algo engraçado até passar tudo. Com um mês pedi ela em namoro durante uma festa que fazíamos em casa, ela aceitou, ficou emocionada ao meu ver, pois havia relatado que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela, pusemos as alianças e comemoramos aquele dia. Ela passava muito tempo em casa e eu e meu irmão estávamos desempregados no momento, logo conversamos que ela vinha um dia da semana pra casa e nos fins de semana pra não pesar pra ninguém como havia combinado com meu irmão, conversei com ela e foi sem problema mas sempre ela inventava algo como está tarde ou vai chover ou que se sentia bem em casa comigo, pois o pessoal de casa sempre gostou dela e tratou ela super bem, entao eu ficava sem jeito de pedir pra ela ir pra casa dela. Mas sempre expliquei pra ela que quando eu pudesse eu traria ela pra morar comigo aqui, ela sempre ajudou como podia, não tinha dinheiro pois não trabalhava e eu ainda estava sem serviço pois nosso negócio estava parado por conta da troca de estação. Passando algum tempo realizamos a venda de um imóvel rural, recebi um bom valor da minha parte e sempre combinamos que quando o negócio voltasse a rodar iríamos trabalhar pra fazer esse dinheiro render então decidi pegar o resto das coisas dela , até isso acontecer aproveitamos muito, bebemos muito e curtimos muito, sempre comprei coisas pra comer sem necessidade, porém comprei muita coisa necessária também como roupas pra nós dois, comprei maquiagem pra ela, escova progressiva pro cabelo, trocamos de celular, comemoramos aniversário fomos em festas antes dessa pandemia é claro, aos pouco vi ela ficar cada vez mais linda de que quando a conheci. No caminho dessa curtição sempre reparei nas atitudes dela comigo, principalmente quando bebia ela me desagradava com certas atitudes, eu ficava extremamente magoado com aquilo e sempre me abri com ela e expliquei que aquilo me magoava muito. Coisas como, você tá parecendo meu ex, amigos que dava em cima dela eram melhores que eu, ou em certa conversa expliquei pra ela que ela me devia respeito, pois sempre respeitei ela e fiz o que ela queria, ela nunca teve quem fizesse essas coisas por ela, então eu fiz tudo na melhor intenção e felicidade por fazer ela feliz, ela me disse que não tinha por que me respeitar. Nós não éramos mais namorado, ela já estava morando comigo há mais de 4 meses, éramos praticamente marido e mulher, claro que tinha que ter respeito um pelo outro poxa. Sempre tivemos biometria do celular um do outro como sinal de confiança mas nunca olhei seu celular, uma vez ou outra só quando queria saber oque tanto fazia ali, e ela fazia também quando eu dormia eu acho, pois não via ela mexendo, até aí normal, apesar dos apesares sempre nos demos muito bem e eu achava que éramos felizes. Mas de nesses últimos 2 meses, reparei que ela já não se divertia muito diretamente comigo, só quando não tinha mais ninguém mesmo, se tivesse algum parente dela ou meu bebendo com a gente ela era totalmente radiante e feliz. Se eu for parar pra contar tudo que eu reparei com certeza vai ficar muito maior esse texto.. Continuando, mais precisamente a umas 3 semanas fomos a um aniversário do cunhado dela que eu sempre vou considerar como se fosse da minha família, inclusive sou muito grato a ela por ter conhecido ele e também a minha cunhada que é namorada dele e irmã da D. Enfim fomos a festa e chegando lá estava a família do aniversariante a mãe e os irmãos que eu conhecia aliás, tem um deles especificamente denominado J. Que ela sempre me falou mal, dizia que quando ele estava com a namorada ele era c..são e dava ânsia cada vez que ouvia o nome dele, porem recentemente a parceira dele largou dele e foi embora do estado. Até aí tudo bem, ele foi super simpático comigo, porém notei ela muito simpática com ele. Naquela noite fiquei assando carne na garagem em baixo onde se encontrava a maioria do pessoal, e ela distante de mim, direto lá em cima conversando com os irmãos do cunhado e nada de me dar atenção, percebi mas nem falei nada pra não ficar um clima chato na festa e nem começar uma briga com ela. Festa acabando chamei ela pra ir embora que a irmã dela ia levar a gente, ela estava jogando futebol no game com os irmãos do cunhado dela, e não me deu ouvidos direito, disse que estava vendo alguém jogar, eu falei vamo que o carro tá ligado já, ela disse que já ia, desci e falei pra irmã dela chamar que ela não queria vir, a irmã subiu, logo ela desceu, ao sair do portão torceu o pé, estava bem embriagada, todos estávamos, durante o caminho veio dormindo e chegou em casa subiu as escada deitou na nossa cama e logo adormeceu. No domingo ela acordou com o pé super inchado me chamou e eu perguntei se ela queria ir ao hospital ela disse que não, depois disso no meio do dia meu sogro liga pra ela perguntando se não queria ir na casa dele, disse que era melhor não ir por casa do pé, ela não gostou então fomos mesmo assim, bebemos rimos muito aquele dia, tudo normal, chegando em casa cuidei dela devido a pé e ficamos de boa, estava tudo normal aparentemente, na segunda ela ficou o dia inteiro no quarto devido ao pé inchado, na terça disse que iria na irmã dela e que a mãe ia lá e queria passar o dia lá, normal pra mim, antes de sair meu irmão havia pedido pra ela separar algumas peças que foram vendidas, ela disse que faria assim que chegasse. Na sexta feira antes disso meu avô havia sofrido uma queda e bateu a cabeça forte, no sábado do aniversário ele havia passado mal da pressão e ido ao hospital, desde então eu já estava aflito com essa situação e ela nem pra perceber, foi mesmo assim pra casa da irmã, no meio do dia me manda uma mensagem dizendo que o pé inchou, perguntei pra onde tinha andado ela disse que tinha ido ao mercado de apé, já fiquei meio irritado, pois há algum tempo ela já não ajudava nas tarefas de casa direito, coisa que sempre fiz independente de estar trabalhando ou não, paras as obrigações fazia corpo mole, pra se divertir era a primeira a agitar, blz. Me mandou uma foto do pé inchado, logo em seguida falei "quero ver essa disposição aqui em casa" e mandei uma palminha sobre a foto. Meu avô havia ido ao médico e eu estava extremamente preocupado. Não conversamos o resto do dia, mais ao anoitecer ela chega em casa me dizendo que tinha que voltar lá na irmã pra cortar a franja, só olhei e não respondi, por tamanha indignação com as preocupações minhas comparadas com as dela, que já não se importava muito com o que eu sentia e afins. Depois daquele dia ela se fechou e não saia do quarto nem pra comer, e direto eu vinha ver como ela estava, quando ela não estava vendo algo no celular estava jogando com o J. quem ela sempre falou mal, e estava rindo com o cara, toda hora conversando, e comigo nada de conversa, ia dormir tarde conversando no wpp e jogando, rindo com os outros e eu nada, fui ficando extremamente magoado e nervoso com isso tudo, cheguei a ter batedeira e tremedeira de nervoso, sensação de desmaio, fraqueza, decidi então ocupar a cabeça com serviço, enquanto ela ficava no quarto isolada falando só com quem ela queria eu me distraia com outras coisas. Na sexta feira resolvi puxar assunto com ela no wpp, já que ela não saia de lá, logo ela me respondeu e conversamos, disse a ela que não dava pra continuar desse jeito e ela concordou, eu também disse que desconfiava que havia algo errado ( mais uma coisa de intuição ou pressentimento não sei explicar) , ela me disse que eu tava viajando já, um pouco também é pelo fato de ela colocar o celular debaixo do travesseiro antes de dormir, coisa que nunca aconteceu e eu achei estranho mas nem falei sobre isso, durante a conversa me disse que tinha uma bagunça dentro dela que a vida dela era um caos e não queria me envolver nisso tudo, que cansou de fingir que tava bem e precisava pensar na vida, que tinha que ficar um tempo sozinha pra ver oque ela tava fazendo da vida dela????? Como assim? Depois de tudo que passamos que "conquistamos" , tudo que curtiu , dizia que me amava e eu também dizia, aliás ainda amo, cadê aquele amor todo que tinha me dito que tinha? Que nunca me esqueceu? Que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela? Que eu era o homem que ela pediu pra Deus? Que eu ninguém tratou ela como eu tratei? Passou mais um dia, enfim logo ela mudou de assunto e desceu ajudar minha cunhada com umas coisas de casa, foi até mim, disse que me amava, me deu um beijo, e disse que havia melhorado um pouco, mais a tarde eu ainda trabalhando perguntei a ela, e aí tá de boa? Ela me respondeu.. Sinceramente não tô não.. Disse a ela que a hora que eu subisse conversaria Ela perguntou se podia chorar, pois estava com uma vontade gritante fazia tempo Disse que sim, que as vezes tudo que precisa é desabafar e fazer isso mesmo Eu subi, cheguei no quarto e liguei a TV e coloquei algo pra tocar num volume mais ou menos, abracei ela bem forte deitado na cama, e senti ela chorando bem baixinho pra não perceber, ali eu me senti muito mal mas muito mesmo, porém a gente havia conversado e ela me disse que não foi nada que eu tivesse feito ou falado pra ela, do contrário, era coisa dela e ela não queria me envolver, enfim ela terminou de chorar veio até mim e nos beijamos intensamente, sentou no meu colo e continuou me beijando, cheguei a pensar que transariamos. Ela saiu de cima e estávamos conversando sobre nada específico que envolvesse nossos sentimentos, ela me perguntou se eu tinha entrado no jogo que sempre jogamos juntos pra coletar recompensas eu disse que não e pedi pra ela pegar meu celular pra eu poder fazer isso, entrei lá e logo o J. estava online e me chamou pra jogar, joguei com ele na boa pq já tinha combinado, e perguntei a ela se ela queria jogar, sem hesitar ela entrou com a gente, jogamos até altas horas e foi bem divertido. No dia seguinte estávamos conversando normal e tudo até que um amigo em comum avisou que teria um churrasco de aniversário na casa dele a noite e teria chamado também a irmã dela e o cunhado, logo encaminhei pra ela e ela disse que tinha combinado almoço na casa da mãe do cunhado dela onde reside o J., falei mais eu nem sabia que se tinha combinado isso, e outra dava pra ficar pra outro dia, já percebi que ela não gostou e parou de falar comigo, subi no quarto pra trazer comida pra ela pois ela não havia saído do quarto, cheguei ainda amoroso e disse comprei algo pra você comer, ela disse que não tava com fome e não olhou na minha cara, pensei poxa denovo isso..algum tempo depois entrei no quarto ela rindo e jogando denovo com o mesmo cara, enquanto eu resolvia as coisas pro aniversário e trabalhava. Pouco antes de me arrumar entrei no quarto a mesma situação, não me senti mal exatamente por ela estar jogando e rindo com ele, fiquei meio chateado por que ela me ignorava. Enfim varou a tarde jogando e tive que pedir pra ela se arrumar se não nós atrasariamos, fez cara e se arrumou, e seguiu seca e meio calada igual a semana inteira, fomos para a festa.. Chegando lá se divertiu e tirou foto com todo mundo menos comigo..depois de um tempo ela me disse que estava passando mal e queria ir embora, trouxe ela em casa que é perto e pedi pra ela comer algo quando chegasse pra não acordar passando mal com dor de cabeça Ali eu tomei a decisão de fazer como se fosse um dia em que eu pudesse extravasar, Bebi como se não houvesse o amanhã, fui até 10 horas da manhã bebendo.. chorei muito desabafei muito com a minha cunhada que sempre foi parceira e amiga em tudo, inclusive da D. Subi e descansei, não vi ela acordar e quando acordei ela estava no banheiro, desci e continuei bebendo e pensando em tudo. Fiquei o dia sem inteiro sem entrar no quarto..quando entro me deparo com ela mais uma vez jogando e rindo com o cara, depois disso comecei a tremer e sentir batedeira denovo. Conversei com alguém e fui tomar um banho pra acalmar. Funcionou, entrei no quarto e acho quel ela percebeu que eu saí nervoso logo ela saiu do jogo. Na segunda feira ela ia repetir o mesmo esquema da semana passada e ia me ignorar..passei o dia inteiro pensado sobre o que fazer e como fazer e decidi subir pra conversar. Cheguei no quarto ela estava com a toalha ao lado..perguntei se ela iria se banhar ela seca me disse "vou"... Disse que a hora que ela voltasse precisaríamos conversar.. Ela voltou do banho e sentou na cama e disse.. Vai solta a letra.. Já rebati..é assim mesmo que você fala? Tem certeza que quer começar uma conversa assim? Ela disse não,, foi mal diz aí oque se quer Perguntei eai? As coisas vai ficar assim mesmo? Se não quer falar comigo, só ri e conversa normal com os outros? Ela disse eu não tô falando com ninguém 🙄 Já parei a conversa e falei ... Ó assim não dá nao...faz um favor e só arruma outro lugar pra você ficar e pode ir embora.. Sem hesitar ela disse hoje mesmo eu faço isso! Me doeu muito ter que dizer aquilo.. Mas para ela foi como se já tivesse esperando.. Então me dirigi a porta e disse, me faz um último favor? Ela disse hum? Falei.. Isso que você fez comigo, não faz com o próximo não.. é feio e é muito errado... Ela balançou a cabeça e disse... Tá bom Desci e fiquei inquieto lá em baixo, minha vontade era subir e falar tudo que estava e estou sentindo agora.. Ela me pediu pra ajudar a encontrar as chaves da sua casa, subi e quando abri a porta ela estava sentada chorando muito...aquilo me partiu o coração, mesmo assim encontrei as chaves e entreguei a ela.. Sentei ao lado dela quieto e esperei pela carona dela.. Pouco antes de ir me pediu um abraço. Nós abraçamos e nos beijamos uma última vez e enfim ela foi embora.. No dia seguinte atualizou seu status pra solteira nas redes sociais e posta indiretas como coisas do tipo a dar entender que já está em outra e isso tem me magoado profundamente.. Eu tenho tanto ainda pra falar..mas estou digitando faz horas.. Fica aqui um desabafo +
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2020.07.27 22:44 AlineAMM Preciso de ajuda, eu aceito?

PrIMeiRa VeZ aQUi
Luba, se vc ler isso aqui, vou te ajudar, é uma voz feminina
Olá Luba, editores e turma que está a ver. O “oi” é curto porque a história é longa.
Preciso da ajuda de vocês Turma e Luba, eu aceito?
Já vou dizendo que sou uma pessoa muito tímida, por isso as minhas reações.
Tem um garoto que é meu melhor amigo desde o fundamental. Eu tinha começado a gostar dele desde o 5º ano (estou no 1º) porque jurava que ele gostava de mim também, sério, parecia muito. Na minha escola tem um pomar, e nós invadíamos o lugar quando ficávamos a tarde. Lá no pomar, tinha uma parte onde o solo era mais profundo, virando meio que um buraco. Deitávamos lá, um do lado do outro, e ficávamos conversando. Algumas outras situações e conversas faziam parecer. Tipo, um dia, no aniversário na casa de um amigo meu a sala toda foi e jogaram Verdade ou Desafio e, como eu sabia o que iam perguntar, não participei. Mas ele, meu Crush foi. Perguntaram para ele se ele gostava de mim. Nessa hora eu sabia que deveria sair dali, e não escutar a resposta. Mas a curiosidade foi maior. E ele respondeu SIM. Mas o que eu fiz? Eu saí apressada. Todos da roda viram, e ele veio atrás de mim. Explicou que gostava de mim como amigo, e era isso que queria dizer. Eu não acreditei, mas só respondi OK.
Acho que tudo isso foi durante o 6º ano:
Bom, só para explicar. Na minha sala tinham uns 30 alunos, e eu tinha 3 amigos. Dois meninos e uma menina. Eu até hoje tenho os mesmos amigos, ninguém mais. Tenho dificuldade em fazer novas amizades, e eles também, então o grupo eram só nós 4.
Mas pulando isso. Alguns anos depois aos poucos fomos conversando cada vez menos. Ele não vinha mais falar comigo, e eu não ia atrás. Chegou ao ponto onde não falávamos nem mais “Oi”. Mas eu percebi que ele estava tentando conversar com os outros alunos.
Nessa época eu ainda ia em uma psicóloga, e contei para ela essa situação (só não que gostava dele, porque tenho só 15 anos, n tenho idade para namorar ainda). Ela mandou eu escrever uma carta, como se eu contasse para ele pessoalmente tudo o que queria saber. Escrevi e mostrei para ela. Ela me falou que era para eu contar para ele, pedir o porque dele fazer isso, mas pessoalmente ou por telefone. Não consegui fazer nenhum dos dois. E o que eu fiz? Antes de sair para o recreio coloquei a carta, acho que dentro do caderno dele. Quando voltamos (ele não ficou com a gente no recreio e sim com o resto da sala) esperei um tempo até que ele viu a carta. Leu e começou a escrever uma resposta em um novo papel. Quando ele terminou, veio até a minha carteira e praticamente tacou o papel na mesa, com raiva. Falei nada, e abri. Resumindo: ele escreveu que a gente só falava sobre coisa ruim, e que isso estava afetando ele. Que a gente (quando falo a gente sou eu meus outros dois amigos que citei acima). Que eu não valorizava a nossa amizade. E por fim, que a gente tinha que ir para frente. Eu não entendi na hora, então mandei mensagem quando cheguei em casa. Ele repetiu isso que estava escrito. Isso se repetiu por meses. A gente não se falava na aula, e brigávamos por mensagem em casa. Um dia eu cansei, eu já me culpava pelo fim da nossa amizade, e o bloqueei no WhattsApp. Ficou assim por mais meses. Um dia a tarde acabamos nos esbarrando na praça da escola. Ele falou comigo de boa, como se nada tivesse acontecido, eu fiz o mesmo. Brincamos de Tente Não Rir. Quando terminou e ele tinha que ir em bora, ele pediu para eu o desbloquear. Eu fiz. No dia seguinte, ele nem me disse “Oi” e não nos falamos mais por mais algum bom tempo. Não lembro se isso foi depois ou antes disso acontecer, mas teve um dia que eu tive que contar para meus dois amigos lá o por que de ele não falar mais com a gente. Mostrei a nossa conversa e eles. A tarde desse dia, ele me mandou mensagem, pedindo se eu contei para o “Farls” a nossa conversa e eu falei que sim. O FARLS, ANTES DE TERMINAR O RECREIO FOI ATÉ ELE PARA TIRAR SATISFAÇÃO, e eu pedi para não contar que eu falei das mensagens. O fato de eu contar foi o fundo do poço para ele. Não nos falamos acho que durante 2 anos. E eu continuava gostando dele, mesmo que um pouco menos. Acho no final de 2018 (n lembro direito) ele foi aos poucos tentando voltar a falar comigo, bem aos poucos mesmo. Quando já estávamos praticamente 100% de boa, ficamos eu, ele e mais outra amiga (a outra menina do nosso grupinho) a tarde na escola, pra fazer uma lista de matemática. Nesse dia, os dois resolveram se juntar para me pedir de quem que eu gostava. Eu respondia “alguém”. No fim eu respondi para a menina no ouvido e acabou aí. Agora pulando para durante a quarentena: Eu e esse meu amigo temos Xbox, e jogamos GTA V juntos. Estamos muito unidos, muito amigos e tal. A gente até chegou a citar essa briga, e ele falou que nem ele entendeu por que fez isso. Antes da briga, a gente tinha conta compartilhada no console, e no meio da briga ele tinha pedido para pararmos de compartilhar. Agora durante a quarentena e tinha pedido para compartilharmos de novo, mas eu não aceitei. Bom, O PRINCIPAL AGORA!: Esse ano mesmo, durante a quarentena, ele tinha pedido novamente “de quem eu gosto”. E eu pensei “mds, eu gosto dele desde o 5º ano, vamos falar logo! E falei. O que ele respondeu? “Ah, eu achava que vc gostava do “Y”. E ficou aí. Alguns dias depois, umas 2 da manhã, nós terminamos de jogar e só estávamos conversando. E ele perguntou “você ainda gosta de mim?” (Mais ou menos isso) e eu respondo depois de uma breve pausa “sim”. Ele pergunta se eu quero beijar ele! Eu não entendi na hora e perguntei “por que?”. Ele responde que é porque é isso que eu quero, que está fazendo isso por mim. Nessa hora desabei. Porque eu não queria beijar alguém que eu gosto, mas que não sente o mesmo por mim. Ficamos até umas 03:30 conversando até eu dar a resposta: “sim”. Eu tinha falado sim, mas ainda na dúvida sabe. Eu fiquei com o peso na consciência por um tempão. Até que, um dia mandei mensagem falando que quero conversar sobre a “proposta”. E voltei atrás, falando que não quero. Mas eu nunca tinha beijado antes, até hoje não, e tenho muita curiosidade. E então depois de mais algumas semanas, voltei mais uma vez atrás, e pedi se ele ainda aceita. “Sorte sua que ainda aceito” ele disse. Mas agora estou na mesma questão acima: ele não gosta de mim, e está fazendo isso por mim, e não por que ele quer. Estou pensando em mudar de novo, acham que eu deveria fazer isso? Eu sou um tipo de pessoa que quer um primeiro beijo mais especial sabe. Mas eu tenho curiosidade de como é. Meus pais não querem que eu faça isso, beije, também tem essa questão, e não quero decepcionar eles. Vai que descobrem! E, só pra constar, eu estou gostando menos dele, já sabendo que ele não gosta de mim, e não fiquei triste com a vida, só pensei “vida que segue”. Bom, se o Luba ler isso, o que tenho 80% de certeza que não vai acontecer, eu queria a opinião dele sobre isso... O que acharam sobre a briga? De que lado estão?
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2020.07.27 15:16 lalelilolu26 Meu Furico

Oiiiii luba, oiiiii editores, oiiiii convidado(s)/a(s) e oiiii gato que pode estar fazendo uma aparição no vídeo. Vou contar uma história de vergonha alheia, vou criar um nome fictício para mim: Lele ( eu ) Não é fan fic pode cheirar avontade Bem eu sou uma menina. A história que vou contar se passou quando eu era uma criança, tinha uns 6 anos de idade. Eu fui uma criança encapetada, queria mexer em tudo, pegar em tudo, fazer tudo, tipo mais que o "normal" já que tenho TDAH, então quando eu era pequena era como um pequeno demônio incontrolável, como minha mãe sabia disso ela sempre andava com brinquedos para eu baixar o faxo nos lugares. Eu tinha ganhado um bixinho de pelúcia da minha tia e como uma criança estava pensando em um nome para dar para ele. Meu irmão mais velho ( pode chamar de Carls ) era um adolescente do tipo "adolescente" não gostava muito de ter que ficar tomando conta de mim, eu entendo eu também não gostaria. Eu levei o meu bixinho de pelúcia novo para casa toda alegre e ainda procurando um nome para ele e o meu irmão para tirar onda comigo chamou o meu bixinho de pelúcia de furico e eu como uma criança ingênua achei um nome diferente e batizei o tal bixinho, no outro dia minha mãe saiu com agente íamos para o shopping, eu toda feliz com o meu furico e influenciadas pelas princesas da Disney que cantam por qualquer coisa começei a cantar bem alto no caminho para a o ponto de ônibus "Eu fiz um novo amigo furico, o nome dele é furico, e o furico é muito fofinho, eu amo o furico, eu gosto de brincar com o furico, o furico nunca vai me deixar sozinha sempre vai brincar comigo" Assim que a minha mãe escutou a primeira frase puxou o meu braço e olhou para mim o que só me fez cantar mais alto, meu irmão estava morendo de rir e minha mãe desesperada para que eu parasse de cantar, ela falou para eu guardar a felicidade de ter feito um novo amigo para mim só que eu queria cantar e continuei as pessoas estavam olhando para mim e alguns rindo e minha mãe continuava desesperada para que eu calase a boca. Falou como último recurso que as pessoas precisavam que eu parasse de cantar para as pessoas poderem escutar seus amigos e poder conversar, eu parei de cantar, meu irmão continuava morrendo de rir o que já tinha entregado ele. Continuei o meu dia com o furico no ônibus a minha mãe tentava me convencer a mudar o nome do furico mas eu resisti com todas as forças e defendi com todos os fatos que eu conhecia que era o que ninguém trocava de nome. Eu apresentei o furico para todos os adultos que eu conheci no shopping Ou seja os vendedores das lojas que iam ajudar a minha mãe, minha mãe morreu de vergonha nesse dia, quando agente chegou em casa meu irmão apanhou por ter dado o nome de furico para meu bixinho Temtaram fazer eu trocar o nome do furico depois mas eu nunca troquei. Só parei de chamar ele assim quando tomei noção que estava chamando o meu bixinho de pelúcia de cu que foi com meus 10 aninhos. Bem espero que essa história tenha rendido umas risadas porque vergonha já deu demais. Beijos Luba💋 Ficarei muito feliz se aparecer em um de seus vídeos
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2020.07.23 15:19 lucasx2 Me ajuda aí Bixo

Então eu estou passando pela maior fase de transição da minha vida parece que tudo que demora pra obter resultados está acontecendo nesse momento e eu estou quase surtando: olá meu nome e Lucas e eu estou no início da minha adolescência (descubrir que não posso fala minha idade se eu for de meno Mais tenho entre 12 e 14 anos se é que você me entende) bom eu estou passando por um momento complicado e muito demora primeiro que eu estou deixando meu cabelo cresce vai demora no mínimo uns 3 anos pra fica do tamanho que eu quero mais isso não é problema e estou mudando muito cara as vezes isso me assusta estou crescendo 10 centímetros por hora minha voz muda a cada minuto e tudo me deixa extremamente "duro" e isso é uma merda eu estou no processo de dar meio primeiro beijo isso pode demora até um mês pra acontecer pq infelizmente depende só de mim e da garota =/ é estamos passando pela a pandemia que está deixando a vida de todo mundo uma merda tbm é a a coisa que mais me deixa sem sono de noite! No final do próximo mês eu vou me mudar pela primeira vez e não é apenas pra uma casa aqui perdo eu vou me mudar pra Juazeiro do Norte uma cidade que fica a mais de 10 horas de viajem e até mês passado eu nunca tinha ouvido falar vou der que deixa meus amigos minha família os lugares que eu mais amo e tudo que eu me acostumei a ver nesses últimos 13 anos... Eu ainda sou uma criança é tudo isso veio de uma vez e está mudando completamente minha vida,se você está lendo até aqui obrigado
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2020.07.09 07:24 luis_henrique27 Se vc continuar falando comigo, sua vida será DESTRUIDA se vc continuar usando o MEU DINHEIRO como desculpa!!!

Olá Luba, editores, gatas, papelões, possível convidado e Turma q está a ver. Primeira vez aqui, mimimiiii... NINGUÉM SE IMPORTA COM ESSA PORRA! Precisará de um vídeo inteiro só pra essa história. Eu tenho 13 anos e eu sou bi🌈. Sou gaúcho, tenta fazer uma voz de macho hétero de 13 yrs de idade com o sotaque gaúcho se quiser, pfvr NUNCA TE PEDI NADA. É fake. Eu inventei ela INTEIRA em literalmente em quase 2 FUCKING MINUTOS. Que imaginação fertil é essa a minha hein! Mas detalhes eu demorarei bastante para terminar! Os nomes são fakes e só o meu obviamente é real. Já consigo te ouvir dissendo: -QUE HISTÓRIA GIGANTESCA, VÉI!
 Parte 1 
Tudo começou no famigerado ano passado de 2019, quando eu conheci na minha escola um guri novo na Turma (do 6°ano {1°ano dos anos finais do fundamental} para ser mais exato), o nome dele é Vitor José. No entanto, dps de uns dias, nós dois viramos melhores A amigos e desde então, começamos a fazer praticamente TUDO juntos [aí aí, se eu soubesse o q tava por vir, bah né?]. Compartilhamos todos os nossos sentimentos, nossos ódios de tais alunos da nossa sala q viviam nos provocando e tals. No primeiro dia de aula, numa Segunda-feira em Janeiro (agr no 7°ano de manhã em 2020), ele começou a me pedir dinheiro, pois ele me disse q a sua família estáva ficando desprovida de money. {1ª tradução: comecei a usar a uma plataforma chamada Binomo para conseguir ganhar dinheiro, não só pra eu comprar coisas q de fato eu vou precisar usar, mas tbm pra dar para pessoas q precisam por conta da situação de Caronavírus. Eu guardei um pouco do dinheiro q eu ganhei na Binomo pra isso.} Por conta disso, eu aceitei de boa na lagoa. Dei R$2.000,00 pra ele. Apartir daí, alguma coisa parecia q começava a ficar meio errada. Vai ficar bem mais pior!(te garanto Lubinha)
Comecei a ter uma amizade bastante forte com a irmã dele, o nome dela é Júlia, e sem querer me gabar, mas ela é tipo vc LubaTv, linda para um k-rai. Até q do nada numa Seixta-Feira 13, ela me chamou no WhatsApp e ela disse:
-Oi, Luis. Td b contigo? Tem como cê dar uma passada aqui em casa?
Eu falei:
-Sim, claro q sim! É por algum motivo em específico, ou é só para passar por aí meixmo? Seus pais estão em casa?
Até q ela solta isso:
-Nem o meu irmão e nem ninguém estam em casa e é sobre o meu irmão, ele anda meio estanho ultimamente. Mas dá pra vc vir aqui?
Eu (obviamente) disse:
-Sim! Vou ir aí agr meixmo, Julia!
Ela disse:
-Q ótimo, tô esperando por vc, mor<3
Nós dois ja tínhamos um leve romance invouvido, mas nós ainda não tínhamos nos beijado [nós dois éramos BV e BVL até aquele dia]. Pelo fato de q ela me disse q o Vitor tava estranho ultimamente, eu já achei isso meio esquisito, pois ele não tinha falado disso comigo ainda. Quando eu cheguei lá tava chovendo. Ela me disse q a os pais deles foram ao shopping e ela precisava ir junto se ela não quisesse e ela não foi. Ela falou:
-Eu vi q antes deles saírem, eles foram ter uma conversa com ele no quarto dele e ela ouviu um diálogo. Vamos fazer assim, falas da mãe=M. Pai=P. Vitor= V. Júlia = J. Eu = L.
(2ª tradução: isso foi na mesma semana em q eu dei os R$2.000,00 pra ele na Segunda-Feira). O diálogo foi:
M- Então ele tinha te dado SÓ 2000 REAIS?!
V- Sim! Infelizmente SÓ isso, mesmo!
P- Vc TEM q fazeobrigar ele a nos dar MAIS do q 'só uma mixaria' de R$2.000,00.
M- Esse guri vale É OURO!!!
P-O dinheiro q ele ganha com essa plataforma Binomo, É COM CERTEZA BEM BEM MAIS DO Q R$10.000,00 SE DUVIDAR!!! ENTENDEU?!?!
V- Sim com certeza eu vou dar o meu melhor.
Ela me comprovou isso com um áudio que ela gravou e mandou pra minha prima, elas estudam na mesma Turma [7°ano tbm, mas na Turma de tarde].
Alí meixmo dps de agente conversar sobre isso tudo, ela se declarou para mim e me pediu em namoro. Eu asseitei e nos beijamos pela primeira vez em nossas vidas com muita felicidade. Quando os pais dela chegaram, ela pediu pra q eu me escondesse de baixo da cama dela, pq se eles me vissem, eles nos matariam pelo fato de q ela tinha trazido alguém pra casa deles e sem avisar (q agente tinha esquecido desse detalhe). Fiquei por pouco tempo alí. Eles entraram no quarto e conversaram um pouco com ela (na vdd só perguntaram se ela tava bem e tals...) e saíram do quarto e fecharam a porta. Quando a poeira abaixou um pouco, eu saí de baixo, dei mais um beijo nela e sai pela janela da qual eu tinha entrado, pq não teria como eu passar pela sala da casa dela sem q os pais dela E o Vitor me vissem lá.
Quando eu cheguei em casa já parou de chover e eu fiquei do lado de fora no quintal q ficou brilhando por causa da luz do sol q ficou refletindo na água da chuva entre a grama. Eu sentei numa mesinha q fica perto da nossa piscina de chão e eu fiquei pensando:
L-Obviamente eles estavam falando de mim, pq só eu dei dinheiro pra ele. Então, se for isso mesmo, eu vou ficar bem puto.
No mesmo dia, eu convidei a Júlia pra agente poder se apresentar como namorados para minha família num jantar q iríamos fazer, ela aceitou na hora. Foi um jantar muito divertido, contamos piadas, agente riu de história engraçadas da minha família e etc. Dps do jantar eu e ela conversamos um pouco mais (não sobre aquele assunto), e quando ela foi no banheiro eu fui na varanda do meu quarto e vi q iria começar uma tempestade com trovões e relâmpagos. Quando eu vi isso eu pensei:
L- suspiro~ É o momento perfeito!
Eu comecei a cantar a música No Time to Die da Billie Eilish, na vida real eu tbm faço isso de ver climas perfeitos pra mim poder cantar alguma música específica. Obs: Como se eu tivesse fazendo um reality show ou só participando do próximo High School Musical. Haha. Quando eu terminei de cantar, eu não vi q a Júlia entrou na varanda e ela decidiu me agarrar pela minha nuca e no meu casaco e me puxa girando fazendo com q eu ficasse encarando ela. Ela diz:
J- Vc canta mt bem. Algum dia vc me ensina cantar assim?
Obviamente eu falei:
L- Claro q sim, mozin.
Até q ela falei:
J- Desculpa, morzão, mas infelizmente vou ter q ir embora
Mesmo assim eu falei:
L- Tudo bem.
Quando o motorista dela foi lá em casa buscar ela, eu deu um abraço e um beijo nela e ela foi embora. Quando ela foi embora, eu tava MT cansado, e quando eu fui dormir, eu sonhei q eu tava num corredor cheio de neblina com várias portas (parecendo New Rules da Dua Lipa), até q eu vejo a Júlia mas a neblina ficou cobrindo a cara dela. Até q aparecem 12 passarinhos q rodeiam a sua cabeça e tbm uma águia q faz toda a neblina desaparecer revelando o seu rosto beautiful e ela anda mais rápido pra me abraçar e na hora em q no sonho agente se beijou, eu acordei.
 Parte 2 
2 dias dps, eu resolvi "conversar" com ele, já fiquei de saco cheio de pensar nessa poha. Eu mandei a seguinte mensagem:
L- Vitor! Fica quieto e fica on q eu NECESSITO falar contigo!!!
Ele falou:
V- Mds oq vc quer? Oq eu fiz?
L- Tu sabe MT BEM oq vc fez!
V- Não. Eu fiz oq?
L- Não começa não, tá?! Não começa a fingir q c NÃO sabe oq fez!!!
Ele saiu do whats, me deixando no vácuo mesmo VIZUALIZANDO a última msg (oq eu odeio pacaralho).
L- Eiii!, Eiiiiii!, E!, E!, I!, I!, I!, E!, E!!!!!!!.
No dia seguinte, eu fui pra escola e ele tbm foi e ele veio até mim e me deu 'oi' e me perguntou:
V- Cara, oq caralhos foi aquilo q aconteceu ontem no whats?!
Eu fiquei parado uns 10 segundos até falar:
L- Nada. Deixa pra lá.
Vc pode me chamar de demente nessa parte da história por não ter feito quase nada na hora, mas para pra analisar. Quando agente vai fazer uma denuncia por exemplo, como q agente mostra q é real? Com provas claras! E eu precisava de provas MAIS claras e apenas um áudio não provava mt coisa. Como vcs já devem ter entendido isso, vcs vão amar as próximas partes.
 Part III 
No mesmo dia, durante a aula de Inglês e durante um trabalho que eu estava dedicando a minha VIDA naquele trabalho avançadissimo na qual eu fiz a "biografia da 2ª guerra mundial, em inglês", minha amiga Vitória vira pra mim e disse: (Vitória= V’) V’- Luis, a Júlia pediu pra mim entregar essa cartinha pra vc.
Eu:
L- Vlw, migaã.
Quando eu abri a carta, estava escrito:
"Eu tenho uma surpresa pra vc, mor<3. Surprise, eu vou me mudar pra sua sala! Gostou?"
E eu escrevi:
L- AMEI!!
Entreguei a carta de volta e falei:
L- Entrega pra ela de novo.
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2020.07.09 00:14 Suportedourado O Beijo Bugado

Olá Lucas, editores, possível "convidado", e seres que estão vendo esse post.
Bem, eu sou de Goiás, se tiver alguma gíria para os goianos pé-rachados, pode usar á vontade. Era 2019, já fazia 14 anos que eu não dei o meu primeiro beijo e eu mudei de colégio particular para público, na primeira vez que eu fui de ônibus escolar para a escola, eu me senti como o meme do Buzz Lightyear "Parece que não há sinal de vida inteligente por aqui". Mas okay, eu percebi que o ano seria divertido quando eu acabei de conseguir uma inimiga no 1° dia, vamos chamá-la de... Luna. A Luna tinha a minha idade, mas já tinha um bebê no ventre. Eu tinha certeza que eu já a considerei como inimiga... eu explico no decorrer da história. Na sala de aula, ela me ameaçou de chamar uma galera para me encher de porrada, e eu, como um ser frio e calculista (KKKKKKKKK), eu não me importei muito, eu só fiquei olhando para o quadro negro e fiquei copiando no caderno. A professora, que também era amiga da minha mãe,chamou o cara mais velho da sala (Sério, aquele cara parecia um armário de tão alto e bombado), e disse para mim, que também serviu de indireta para os outros da sala: "Se algum deles baterem em você, pode falar com o "Carls" que ele vai bater em qualquer um", e eu respondi: "beleza"... Até quando ele saiu do colégio, ninguém bateu em mim.
No dia seguinte, a Luna se encontrou comigo nas paradas do ônibus escolar e me deu um abraço, então, eu pensei "ué?", mas retribuí o abraço para não ser rude, ela me chamava de bonitinho e apertava as minhas bochechas, ela até me designou como o "chaveiro" dela... pois é, nem eu entendi no começo. Algumas semanas depois, eu já consegui alguns amigos sem fazer nada, tava tudo numa boa. Até que um dia, os meus amigos me apresentaram á uma garota, vamos chamá-la de... Varls, eles estavam falando sobre eu ser BV e estavam pedindo pra ela tirar o meu BV sem eu saber, ela me perguntou se eu gostaria de perder a minha virgindade bucal com ela, eu, sem prestar atenção, disse que sim.... E assim foi por dois dias, quando nos beijamos de língua em um canto escuro perto da parada... Eu realmente não tinha a menor ideia de como fazer isso, em momentos, eu ficava de olhos abertos, em outros, era língua morta. Mesmo que tenha sido meio bugado... até que foi gostosinho, e continuamos assim por um tempo, aí, eu acabei pedindo ela em namoro, ela aceitou e ficamos juntos por dois meses ou menos, aí, ela terminou comigo por conta dos pais dela.
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2020.07.04 01:46 throwawaypt123123 “Aquele rapaz que toda a gente conhece”

Esse, era eu quando era novo. O popular. O “fixe”. O que tinha boas notas, mas não se juntava com os “nerds”. O que só fazia porcaria nas aulas. O que jogava bem à bola. O que se chegava à frente.
Era o centro de toda a atenção sem a procurar. Era assim e pronto. Olhando para trás, vejo que os meus colegas ou me admiravam, ou me invejavam. De qualquer maneira, não passava indiferente a ninguém.
O meu gosto natural pela aprendizagem levou-me sempre a ter excelentes classificações durante esses anos, embora me juntasse com os “piorzinhos”. No entanto, algo viria a mudar. O meu interesse desvaneceu. De repente questionava-me o porquê de estar a aprender aquilo, e deixei de apreciar o processo independentemente do conteúdo. Cresci e comecei a questionar-me das coisas? Talvez os professores tivessem piorado? Os colegas mudaram? A matéria lecionada deixou de ser relevante? Talvez um pouco de tudo.
E aí está o grande e popular OP, com por volta de 18 anos, a chumbar no 12ºano e longe de ser o centro das atenções (pelo contrário), irreconhecível. Que se passou? Para além do facto das minhas notas terem baixado drasticamente, a minha personalidade também se alterou. Coisas da adolescência? O grupo social que me seguiu durante grande parte até aos 16 separou-se. De repente, uma nova turma, que apesar de com certeza ter ouvido alguns dos meus “feitos”, não me conhecia, não sabia o “boss” que eu era. Um pequeno, mas gigante, passo fora da minha zona de conforto. E porque não continuar a ser eu, nesta nova etapa? Poderia continuar a ser “aquele”. Mas não. Encolhi. Medo. Da rejeição? Da reação das outras pessoas? Desta última, sem dúvida. Aquela idade em que se começa a ter a dita “noção”. E passei a gostar de estar nas “sidelines”. O discreto. Não era forte o suficiente para dar passos fora da minha “cena”.
Hoje, compreendo como sair da nossa zona de conforto é das coisas mais importantes da vida. Mas retomemos. Mal eu sabia como a minha vida ainda estaria para piorar.
Chumbado. Imagino como alguns colegas de infância se questionaram (ou regozijaram) perante tal coisa. Para além do desapontamento geral da minha família, a perda da continuidade natural do processo de passagem para a universidade fez-me perder grande parte do contacto com os meus amigos. E aí, pela primeira vez, tive um relance do que é estar sozinho. Eles lá, a viver tudo aquilo que é o afamado ano de “caloiro”, e eu cá, preso por uma disciplina da treta. Um ano horrível.
O meu pai. Um pai “à maneira antiga” talvez? Nunca fomos amigos. Trabalho, desenrascanço, responsabilidade. Aquilo que ele me ensinou. Do nada, cancro. 1 mês de tratamento. E pronto. Mas porquê? Uma pressão enorme. Enorme demais para eu aguentar na altura. Pressão de não saber como reagir, como sentir, como lidar. Não tenho apoio. Estou sozinho. As minhas irmãs têm a vida delas. Não as culpo, nem nunca as vou culpar. Tal como com o meu pai, nunca fomos próximos. A diferença de idades obviamente não ajuda, mas a de personalidades também. Não sei como apoiar a minha mãe. E, de repente, num ano, estou para trás nos estudos, longe dos amigos, sem pai e sem saber o que fazer. Seguir em frente. Passei à disciplina e entrei num curso que na altura pensei que me pudesse devolver o gozo da aprendizagem. Depressa percebi que não.
3 anos. 3 anos em que mal lá pus os pés, 3 anos a gastar rios de dinheiro à minha mãe. Para quê? Para me divertir, para gozar, para viver e tentar recuperar daquele ano sofrível. Que nojo. Arrependo-me de não ter estudado e completado o curso? Uma pergunta difícil de responder. Estaria num emprego certamente com melhores perspetivas de carreira. Mas como estaria como pessoa? Nunca vou saber. Podia estar pior. Quanto a isso, acredito que não me posso dar ao luxo de me arrepender. As variáveis são muitas para calcular se estaria melhor ou pior. O nojo, vem sim de me ter aproveitado da minha mãe para tal feito. Prometi a mim mesmo que não viveria nem mais um cêntimo da boa vontade da minha mãe.
E assim começou o meu novo trajeto. Trabalho. Total independência passou a ser o meu objetivo mais importante. Consegui-o, com certamente erros pelo caminho. No entanto, falta qualquer coisa. Muita coisa.
Socializar é uma coisa difícil para mim nos dias de hoje. Engraçado como as coisas mudam. Dou-me bem com toda a gente, e as pessoas gostam de mim (digo eu). Gosto principalmente dos mais velhos. É fácil dar-se bem com pessoas mais velhas. Sinto que não julgam tão facilmente. As conversas fluem mais naturalmente. Difícil dar-me com as pessoas da minha idade. Não me consigo identificar com muitas coisas. Talvez pelo facto de pensar em como elas não passaram por aquilo que eu já passei. Os poucos amigos que tenho são os mesmos, mas estão longe. É importante mantê-los, mas gostava de fazer novos. Mas não me consigo abrir, tornar-me vulnerável. Tenho muitos colegas, mas não consigo fazer amizades.
Redes sociais? Nunca percebi a lógica. É com certeza um dos motivos pelo qual não me identifico com as pessoas da minha idade. Mas porquê? Sempre vi redes sociais como forma de “autopromoção”. Uma ferramenta para aumentar o nosso próprio ego. Que outro motivo existirá para a dependência das pessoas nesta coisa? A necessidade de nos sentirmos aceites pela sociedade. Sermos “famosos”, de certa forma. O problema, está no facto de ser tudo uma farsa. Essa vontade leva a que as pessoas se apresentem online não como realmente são, mas como querem que os outros as vejam. “Likes”. Imagino como se sentem bem por terem essa aceitação, essa forma de bajulação. Mas esse ego, esse aumento de autoestima, é falso. Faz mal às pessoas. Essas coisas têm de se ganhar pelas nossas ações na vida real. Acredito mesmo nisto. Um cancro da sociedade atual. Querem falar uns com os outros? Existem telemóveis porra. Não me lixem.
Nunca tive uma namorada “a sério”. Tinha o quê, uns 13 anos? Se bem me lembro, chegámos a dar um beijo. Não o considero a sério pela idade que tinha. Deixei a vida passar-me à frente nesta questão, sem dúvida. Beijei outra na universidade. E nada mais. Hoje, percebo o porquê. Pela mesma razão de me ser difícil socializar. Esta armadura que criei à minha volta. Durante estes anos, nunca me apercebi. Do medo. De me tornar vulnerável perante o que me aconteceu. De partilhar sentimentos.
Não estava obviamente preparado para perder o meu pai naquela altura (nunca ninguém está), mas principalmente por causa da minha idade e das outras circunstâncias que me rodeavam. Não sabia. A realidade atingiu-me muito recentemente, anos após o ocorrido. Não tinha maturidade emocional para lidar com a situação. Olho para trás e agora, apenas agora, percebo o meu pai. Também ele tinha esta armadura, um medo de se tornar vulnerável. As razões, não as conheço. Certamente algo o afetou quando era mais novo, tal como me afetou a mim. E sinto uma frustração enorme. Frustração porque nunca conheci verdadeiramente o meu pai por causa disto. Nem consigo imaginar a frustração dele, naquela cama à espera de morrer, após ter passado uma vida desta forma. A última coisa que ele me disse foi para ter cuidado, quando fosse tratar de uma tarefa que usualmente era dele. O tom dele, no entanto, mostrou que aquelas palavras significavam muito mais. Ficaram coisas por dizer, com certeza. Mas a armadura impediu-o. Não só naquele momento, mas em inúmeros anteriores. Está tudo bem pai. Eu vou partir a minha. Não irei deixar o medo conduzir a minha vida. Não posso. Um dia, não vou deixar que os meus filhos não me vejam tal como eu sou. Não te culpo.
Culpa. Como posso culpar alguém? Acredito que temos de tomar responsabilidade por tudo aquilo que nos acontece. Claro, há imprevistos, há coisas que estão fora do nosso controlo. Mas no final de contas, temos escolhas e maneiras de enfrentar as coisas. Isso já é do nosso lado. A vida é só de quem a vive.
Escrevo isto tudo porque conheci alguém. Não só alguém, mas uma rapariga que eu achei que fosse especial para mim. Sinto que a conheço apesar de mal a conhecer. Os sinais de interesse da parte dela estavam lá. E eu, o que fiz? Nada. Absolutamente nada. Pensei demasiado. Se não estaria a imaginar coisas, em como seria possível que uma rapariga tão gira e gentil pudesse estar interessada em mim. E agora passou a oportunidade. Não sei se poderei sequer voltar a vê-la frequentemente. E tive esta súbita realização da minha vida. Este medo enorme de sair da minha zona de conforto fez com que eu perdesse a oportunidade. Quem sabe o que poderia ser? Até podia não dar em nada. Mas agora não sei, e isso é infinitamente pior do que qualquer que fosse o desfecho.
Será que posso culpar o meu passado por isto? O meu pai por ser assim? A minha mãe ou as minhas irmãs? Não. A culpa é minha. Mas esta conclusão não é assim tão negativa. Sinto-me acordado. O mundo ficou um pouco mais claro. E agora cabe-me a mim, abrir-me para ele.
OP, 27 anos.
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2020.06.25 12:10 Dany_Tai Sou babaca por querer sair de casa e não suportar mais os meus pais? (Obs: favor ocultar meu nome se for postar em algum lugar)

Oi Luba, restos de papelão, gatas, muito Improvável convidado e turma que está a ver (vcs são daora)
Meus pais são extremamente conservadores e religiosos (São testemunhas de Jeová), controlam cada aspecto da minha vida. Controlam meu celular, meu namoro, e até com que posso fazer amizade. Tenho 15 anos de idade e não suporto mais os meus pais na minha cola o tempo todo. Eu vou contar um pouquinho da minha vida pra vcs entenderem.
Bom, primeiro que eu fui um acidente né, segundo que meus pais queriam um menino, terceiro que eu sou quase tudo o que eles querem que eu não seja.
Minha irmã nasceu quando eu tinha dois anos, até aí beleza, mas meus pais queriam que fosse um menino. Aí entra meu irmão na história, ele nasceu quando eu tinha quatro anos, e claro que eu era deixada de lado, afinal, um recém nascido e uma criança de dois anos precisam de mais cuidados do que uma criança de quatros anos. Eu nunca me dei bem com a minha mãe, isso é fato, todo mundo sabe, mas com meu pai ERA diferente.
Aí fui crescendo e tal, superei o bullying na escola, alguns corações partidos, e também a pior coisa que me aconteceu no fundamental. Eu não tinha muitas amigas, e depois do que minha mãe fez, passei a não ter nenhuma. Minha mãe HUMILHOU todas elas, chamou elas todas de putas e de "meninas faceis", disse que não tinham caráter e mais um monte de outras coisas horriveis. Eu fiquei passando o intervalo das aulas sozinha durante um ano (as vezes me escondia no banheiro porque os meninos ficavam me zoando), um ano pra fazer uma única amiga (a qual meus pais não gostam, porque ela tem um filho). Eu comecei a namorar (no início foi escondido, porque eu sabia que meus pais não iam aceitar), quando contei pros meus pais, eles nos encheram de regras como: Só poder se ver uma vez por semana (agr só podemos nos ver uma vez por mês, mas isso é outra história); não poder dormir na casa do outro e, se dormir, em quartos separados (agora nem podemos mais ir na casa do outro, faz quase 5 meses que ele não vem aqui, e eu vou pela primeira vez em 5 meses na casa dele, porque estamos fazendo um ano de namoro mês que vem) e outras coisas nada a ver.
Meus pais gostam de ficar jogando as coisas que eu já fiz de errado na minha cara, bem como meus irmãos. Meus pais dizem que a culpa dos meus irmãos serem uns demônios é porque eles estão seguindo o meu exemplo. Minha mãe já chegou a dizer que sou a decepção da vida dela, e meu pai uma vez disse que não consegue ter orgulho de mim, só vergonha. Já estou acostumada com insultos vindos dos membros dessa "familia".
Eu não sei o real motivo, mas suspeito que meu transtorno de ansiedade seja causado pelos meus pais, porque além deles serem assim, exigem muito de mim na vida acadêmica, além de ter que ser "dona de casa", e também uma boa reputação, porque "sou filha de servos de Deus".
Eu queria saber o que vcs acham, as vezes sinto que sou muito hipócrita por sentir "odio" por meus pais. Eu sei, foram eles que me criaram, mas eu não consigo amá-los, e as pessoas me fazem sentir horrível com isso.
Em fim, é isso. Desculpa o texto longo.
Edit1: Esclarecendo dúvidas
Edit2: mais dúvidas kkk
Não tenho como arranjar um emprego por alguns motivos, como:
• A minha cidade não oferece jovem aprendiz em nenhuma empresa é, se oferecesse, teria que ser junto com um curso, e eu ficaria totalmente sem tempo.
• Se as aulas presenciais voltarem vou ficar com menos tempo ainda, pq estudo em outro cidade. Por exemplo, eu tenho que acordar às 5 a.m, pra pegar um ônibus as 6 a.m, chegar na escola as 7 a.m, e estudar até 5 p.m, aí ir embora e chegar em casa as 6 p.m.
Acho que é isso.
BEIJO SEUS LINDOS ❤❤
SE CHEGAR NO LUBA EU ZEREI A VIDA ( P.s:Te amo Lubixco)
Obrigada por todos os conselhos e boas vibrações, eu adoro vcs❤
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2020.06.22 22:28 kurumexX Vergonha que vou levar pra vida toda

Fala Luba, editores e possíveis convidados talvez essa não seja um história muito louca mas para mim foi muito constrangedor. Eu tinha os meus 11-12 anos, por aí, e é aquela idade que todo mundo já começa a beijar na boca, e você é o único que não fez ainda. Eu tinha um crush enorme numa amiga minha por muito tempo mas eu era novo e não sabia o que fazer. Teve uma festa ou alguma coisa parecida (não lembro muito bem), ela estava lá junto com outros amigos nossos. Algum momento da festa a gente decidiu de jogar verdade ou desafio, e eu achei que essa seria uma boa oportunidade pra matar dois pássaros com uma pedra só, eu teria o meu primeiro beijo e com a menina que eu gostava. Tinha várias pessoas brincando e eu tava começando a ficar nervoso,muito mesmo, tava suando, meu estômago embrulhado, tava um show de horrores, mas eu ainda tava segurando bem (Eu acho). Mas o problema foi quando a garrafa virou pra mim, a primeira coisa que veio a minha mente foi pedir desafio pra conseguir beijar ela. Mas quando a outra pessoa tava decidindo o que eu teria que fazer foi quando tudo foi por água a baixo, na verdade merda abaixo, eu soltei um pum tão fedorento, e o pior foi que fez barulho. Naquele momento todo mundo tava olhando pra mim, a roda espalhou todo mundo saiu de perto. Eu ia levantar pra falar alguma coisa, mas eu senti um peso a mais na minha cueca, tinha cocô nela. Acabei ficando sentado lá por meia hora enquanto todas a outras crianças me zoavam ( e crianças são más). Eles não sabiam que eu tinha feito cocô, se eles soubessem seria 100× pior. Final da história, nunca consegui meu beijo mas sou amigo dela até hoje e até hoje ela me zoa daquela façanha minha, ngm sabe que eu sujei minhas calças, talvez eu esteja me entregando aqui mas tudo bem. Vlw luba.
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2020.06.10 05:39 allydunno Completamente perdida no vazio.

Aviso: desabafo muito grande e desorganizado cronologicamente e até ortograficamente. Sei que já exclui esse post várias vezes e coloquei novamente, peço perdão.
Não tenho tanto a reclamar da minha vida apesar de não querer ela, ela nunca foi extremamente ruim, tive os brinquedos que queria e de início uma família reunida. A memória mais vivida que tenho é do bullying. Entrei em uma escola aos 11 anos e foi lá que tudo começou a desandar. Fiz um grupo de amigas inicialmente que no fim eram tudo menos minhas amigas de verdade. A minha "melhor amiga" nesse grupo sempre teve problemas psicológicos (tinha problemas com a aparência dela) e sempre tentei ajudar apesar de ser bem ingênua na época mas, acho que não fiz o suficiente ou talvez não tenha sido uma amiga boa o suficiente. Ela dizia na minha cara que me odiava, me fez sentir mal muitas vezes mas ainda sim eu sentia compaixão e empatia por ela, não por pena mas sim porque eu a considerava minha amiga de verdade. Ela chegou a quase me enforcar um dia na escola, e depois passei a entender que talvez ela me odiasse de verdade. Um dia disse que se ela morresse a culpa seria minha e até hoje eu simplesmente não consigo esquecer isso. Não quero pintar ela como a vilã pois sei que ela estava lidando com conflitos internos mas ainda sim, a forma como fui quebrada e estraçalhada nessa amizade é irreversível. Sofri bullying por outras garotas na escola, minhas outras duas amigas desse grupo me humilharam algumas vezes e foi nessa escola que fui literalmente um objeto para satisfação alheia, não importa o quanto aquelas pessoas me machucassem eu ainda estaria ali por elas firme e forte. Eu passei a me arrastar para ir a essa escola, tomava remédios de ansiedade porque toda vez que eu via aquelas pessoas eu ficava extremamente ansiosa (tive problemas físicos com isso), nunca contei nada a minha mãe e para minha vó porque nunca achei que fosse importante. Inclusive gostei de um garoto (perto do meu último ano nessa escola, passei 4 anos lá) mas hoje em dia me pergunto se gostei dele de verdade ou se senti isso porque todos falavam que a gente dava certo junto, e bem, eu queria agradar todo mundo né?...
Aos 15 anos fui para outra escola começar o ensino médio, de início foi incrível uma das melhores coisas, perdi grande parte da minha timidez e parei de tomar remédios para ansiedade. Comecei a gostar de outro menino e com ele tive meu primeiro namoro e meu primeiro beijo, no começo foi mágico mas depois tudo começou a desandar. Ele queria me forçar a fazer sexo/a ter desejos sexuais, me criticava por não conseguir demonstrar meus sentimentos e afirmava que eu não o amava por causa disso tudo. Me destruiu psicologicamente pois me fez perceber o quão fraca e covarde eu sou. Foi nesse mesmo ano que me machuquei pela primeira vez. Novamente, achei que não era importante então não contei a ninguém.
No mesmo ano comecei a gostar de um garoto, um garoto que me amava de verdade, um garoto que teve uma decepção amorosa anterior e que se tornou meu melhor amigo. Em pouco tempo a gente se aproximou, demais. Beijei ele mas decidi acabar tudo antes de começar porque tive medo, medo de machucar ele assim como eu me machuco, medo de não demonstrar sentimentos e ele se decepcionar, medo de perder tudo. Ele se afastou e parou de falar comigo para sempre, até mudou de escola, me senti a pior pessoa do mundo e me sinto até hoje. Novamente não achei importante, fiquei calada
No ano seguinte, no meu segundo ano do ensino médio, comecei a namorar um garoto que todos falaram que não valia nada mas eu precisava desesperadamente de alguém para me ouvir, me abraçar e ele pelo menos disse que faria isso, mas nunca o fez. Lembro até hoje do dia que tive uma crise na escola (por causa de uma briga familiar) e ele ficou do meu lado olhando o celular o tempo inteiro, me senti uma ridícula por estar chorando e sendo uma namorada ridícula e fraca. Ele também insista na questão do sexo e até chegamos a fazer certas coisas nada muito além mas fiz apenas para agradar, não me sinto bem até hoje com isso. Novamente, fiquei calada.
No final do mesmo ano, tive outro relacionamento, fomos amigos de início mas logo começamos a namorar, de início foi bom -como sempre- mas conforme o tempo foi passando tudo piorou. Ele também insistiu na questão do sexo e bem, foi nesse relacionamento que sofri com estupro e diversos outros toques que me incomodaram. Certos toques eu simplesmente deixei porque ele gostava então achei melhor, melhor para ele mesmo eu não me sentindo nada confortável. No estupro, não tinha muita força para entender e minha mente se tornou um clarão mas impedi ele de ir bem além porque sei que ele iria. Estou com esse menino até hoje porque não consigo terminar, tenho medo, medo de machucar ele parece ridículo mas é verdade, me tornei dependente emocionalmente e mesmo querendo muito terminar não consigo fazer isso, agora irá demorar mais ainda com a quarentena. Enfim, não achei nada disso importante suficiente para falar então fiquei quieta.
Houveram outras coisas no meio desses anos, no meu último ano do fundamental meu pai se separou da minha mãe e nunca mais apareceu, não fala comigo, tentou tirar a casa que eu, minha mãe e meu irmão moramos, passou a viver com a nova família dele, não teve coragem de falar comigo nem para dizer que minha avó paterna havia falecido (isso aconteceu no finalzinho do ano passado).
Meu irmão (quando ainda eramos pequenos provavelmente uns 10 anos e ele uns 15) parou de falar comigo, talvez por raiva, tristeza, não tenho a mínima ideia hoje em dia só trocamos diálogos simples porque moramos na mesma casa, ele e minha mãe brigam várias vezes e parecem dois estranhos entre si ao invés de mãe e filho. Sinto falta dele e das conversas que tínhamos, do abraço dele, das risadas, dos momentos que tivemos mas hoje em dia ele está bem diferente, se tornou muito ganancioso e egoísta. Acho que não tive muita sorte com homens na minha vida sinceramente kkkk
Minha mãe e minha avó são os únicos motivos para eu continuar vivendo aqui, sei que as duas não suportariam viver sem mim então continuo aqui. Minha vó sempre se apoiou em mim e minha mãe também então não seria justo simplesmente fazer elas sofrerem por minha causa.
Me tornei um mar de angústia e desespero, me perdi de mim mesma, olho para o espelho e não sei quem está la mas sei que não tenho orgulho dessa pessoa. Sinto saudades da minha infância quando tudo era diferente, hoje em dia, me tornei destruída, sinto um grande vazio no meu peito. Já senti tristeza por mim, vazio, angústia, até mesmo ódio hoje em dia não sinto nada, sinto um grande vazio num imenso mar de solidão, angústia e silêncio. Não acho meus problemas importantes suficientes por isso nunca falo, acho que outras pessoas sofrem bem mais então não devo ficar falando sobre coisas fúteis como as minhas, falei aqui porque não conheço ninguém, ninguém me conhece e vocês serão como as pessoas que vejo na rua, prestarei atenção mas não nos veremos novamente por isso é mais fácil falar. Sinto essas coisas a muito tempo, desde pequena nunca contei nada para ninguém, talvez tenha sido influência do meu pai porque ele sempre foi uma pessoa fria então talvez me tornei assim também. Me acho um monstro por não conseguir sentir as coisas, faço praticamente tudo porque os outros querem me ver fazer ou gostam, usei diversas vezes roupas para agradar os outros, penteados para agradar os outros, enfim... Me perdi de verdade, não consigo mais organizar meus pensamentos porque tudo está se tornando um borrão. Sou extremamente racional então não irei tentar nada sério, apesar de pensar, me seguro aos meus pensamentos sãos. Talvez futuramente eu procure um psicólogo quando for maior de idade, assim não tenho que dar justificativas para minha mãe não estou preparada para contar tudo isso agora. Aos 17 anos me sinto extremamente perdida, não sei se irei conseguir amar alguém de verdade, não sei quem sou mais tenho apenas leves resquícios meus nesse borrão que eu vejo no espelho, não consigo falar o que sinto, sinto compaixão por todos menos por mim mesma, perdi minha humanidade comigo e não consigo mais encontrar, me sinto um objeto para satisfação alheia. Enfim, essa é só uma parte dos meus pensamentos desorganizados, nunca fui boa para escrever sobre isso mesmo, esse é meu desabafo sobre quase tudo.
Obrigada por ler, se estiver sentindo algo parecido comigo, pare um momento e olhe para o céu: olhar para as estrelas e sentir o vento gelado me ajuda às vezes, espero que te ajude também. ❤️
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2020.06.08 15:31 anaa3009 como vc não conhece meu filho "famoso"?

Oii luba, editores e turma que estar a ver. Minha primeira vez postando alguma coisa aqui no Reddit e o que melhor do que um Nice people? kkk um pouco de contexto para a história: meus pais em uma área de festas e eles alugam a mais ou menos a um ano, como é muito novo o preço e baixo considerando o tamanho do espaço(com churrasqueira e piscina). minha mãe fica responsável de apresentar o espaço para as pessoas então a história aconteceu com ela e eu só cheguei no final para rir KKKk. Isso aconteceu no início do ano, antes da pandemia.
Normalmente minha mãe me busca na escola já que ela só trabalha meio período então nossos horários acabam batendo mas nesse dia ela falou para eu voltar para casa de uber pq ela teria que apresentar o espaço para uma mulher(o espaço era em frente nossa casa). Eu entendi de boa, então minha mãe foi correndo pra casa e trocou de roupa(já que ela trabalha em hospital) e apresentou o espaço para a mulher, ela adorou e achou o preço super acessível, e decidiu que faria a festa do filho ali. Depois de pagar ela é minha mãe começaram a jogar conversa fora, minha mãe gosta de conversar e não seria surpresa para mim se elas virassem amigas. Porém, não sei como, a conversa se tornou sobre eu e o filho da mulher, minha mãe descobriu que estudavamos na mesma escola e tínhamos a mesma idade(15 anos), depois disso a mulher insistiu que eu e minha mãe provavelmente já conhecíamos seu filho por ser "famoso" na escola por ter uma briga com um professor de filosofia( eu realmente não sei quem é o garoto mas estranhei pq isso não era motivo para se vangloriar, e teve 2 brigas com professores de filosofia na minha escola ao logo dos anos e em nenhuma o aluno estava certo). Depois disso a mulher perguntou se estávamos na mesma turma, já que tínhamos a mesma idade, então ela perguntou se eu também sou do 9 ano(se prepara luba) mas minha mãe disse que não. Minha mãe explicou que eu estou no 2 ano do ensino médio, porque além de adiantada eu faço aniversário no final do ano, então esse ano eu faria 16(ela pensou que eu também tinha acabado de fazer 15 igual seu filho). Foi uma confusão pra minha mãe explicar o pq de eu ser adiantada pq a mulher se recusou a entender, dizia coisas como: " eu tbm tentei adiantar meu filho, mas não consegui como vc conseguiu??" ou " isso é errado, nem todo mundo conseguiu adiantar os filhos" e chegou até falar que tínhamos amigos importantes para conseguir isso. Minha tentou acalmar a mulher e explicar que eu estudava em outra escola e lá por um tempo isso foi possível e o motivo de eu ter saído de lá(além de ser uma escola preconceituosa e com uma intolerância religiosa grande) eles tentaram me me reprovar a todo custo para que eu ficasse "certa". Como não só foi comigo, eu e muitas amigas minhas mudamos de escola mas até nessa escola muitos acham estranho meninas de 15 no 2 ano. A mulher ficou tão brava que pensou em cancelar a festa(que inclusive seria a festa de 15 atrasada de seu filho), minha mãe ficou em choque e falou que se era isso que queria estava tudo bem. No final ela não cancelou a festa e brigou com minha mãe como se ela tivesse feito algo errado. Quando eu cheguei minha mãe estava se despedindo da mulher e parece que isso irritou mais ainda a mulher pq eu estava com o uniforme( na minha escola as blusas são diferentes, uma para o fundamental, outra para as primeiras e segundas séries e outra para o 3 ano e pre vest) ela foi embora antes que eu falasse algo e eu e minha mãe rimos muito da história. obs: até hoje não descobri quem é o garoto mas prefiro manter uma distância considerável pois sou muito próxima dos meus antigos e novos professores de filosofia kkkkk
e isso turma, beijos luba e editores =30
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2020.06.07 22:09 Sinal_Signal Vivi uma vida, q não era minha!

oioi chuchusinhos do reddit, Lubitu, edithor, e quem estiver vendo (ou não), essa é a hist da minha vida ou pelo menos dos meus 8 anos aos 14 anos que foi quando eu percebi isso, mas como eu gosto de interatividade quero q vcs falem se meu pensamento foi só mais um pensamento de adolescente de 14 (minha idade msm) ou se eu realmente estou certo sobre isso

Pedido ao Editor: Musica de historia triste
Bem tudo começa no 1º ano do fundamental (sim e longa) como alguém q acabou de sair do jardim de infância tudo era novo, mas eu continuei sendo quem eu era, alguém calmo quieto no canto dele, e eu pensei q eu ia continuar assim pelo o ano inteiro, mas então no 2-3º dia de aula meu pai me falou q tinha um colega meu q se chamava João (sim é o nm dele e ele é o meu BBF) que era nosso vizinho.
Como um muleke de 7 anos eu fiquei bem entusiasmado, entt como um garoto bem tímido sem nenhuma experiencia social eu cheguei nele falando "eu sei onde vc mora..." eu não sei como ele não me achou um psicopata mas ok. ent ele virou um dos meus únicos amigos na escola e eventualmente eu fiz um novo amigo, o Bruno, com isso eu comecei a lentamente mudar, eu comecei a falar mais auto ser mais agitado e ficar bem """louco""" E EU N QUERIA ISSO, mas eu estava fazendo isso para os meus amigos pq no meu subconsciente eu tinha q ser legal e engraçado cm eles senão eu perderia os meus amigos. Eu segui minha vida sem perceber isso, ate que no 4º ano eu conheci o Fernando (agora uma sub historia mais engraçada de como eu me aproximei do Fernando... Ele fez uma dupla cm outro colega de classe meu ai eu sempre entediado comecei a escutar a conversa dos dois ate q o Fernando disse uma unica frase q me fez amar ele de cara "Bendy and the ink machine" eu nunca fui atlético e ele era a primeira pessoa q eu conheci q sabia de bendy. ai eu psicopata q só fui lentamente chegando minha carteira perto deles ate q eu falei q gostava de bendy ttbm e fomos conversar no RECREIO naquele dia e viramos amigos uau.) Depois q eu conheci o Fernando eu comecei a ficar mais doido ainda e eu consegui ate msm contagiar e multiplicar minha loucura para ele ent nos dois ficamos doidos e isso se prolongou até o 6º ano porq no 7º eu mudei de escola. Como qualquer pessoa eu fiquei mt triste, mas segui a vida mas ai eu conheci a Carol e ela foi a melhor pessoa q eu conheci la (e ela assiste o luba ent se ela ver isso OI CAROOOOOL) A gente foi ficando cada vez mais amigo, e eu comecei a estabilizar a loucura mas continuava doido mas aqui eu começei a receber sinais do meu sub-consciente, falando tipo "vc não gosta q te chamem de doido vc é só diferente" "por q vc é assim" ent chegamos no fatídico ano de 2k20 em abriu ocorreu de eu assistir Beastars (VÃO VER BEASTARS e dps ler o mangá) e qnd eu vi o personagem pricipal eu percebi q ele era igual ao pequeno eu de 7 anos no 1º dia do ano escolar alguém quieto calmo q ngm percebe, foi ai q eu percebi duas coisas. 1 q eu sou 90% assexual e 10% gay.... (5% disso e pelo legoshi quem leu o manga sabe) 2 eu estava sendo quem eu nunca quis ser, eu estava sendo quem eu achava q eu precisava ser um cara doido, louco... Um palhaço só para os outros rirem de mim. Eu quebrei por dentro eu parei para pensar quanto tempo eu perdi sendo alguém que eu não sou. Alguns dias depois disso eu liguei para a Carol (ela mudou de escola tbm) e so nos primeiros 10 minutos de ligação nós nos ajudamos dps agente ficou falando abobrinha. Eu depois tentei ser quem eu queria ser... mas eu não consegui eu vivi tanto tempo sendo alguém q eu n era q esse alguém se tornou o eu que eu sou, agr eu estou desesperado e decidi participar da turma-feira contando sobre esse caso meu. A e outra coisa eu ainda não sei como recuperar minha identidade própria q eu perdi com esses anos.

Então é isso espero que vcs no minimo esboçaram uma cara diferente alem da de tedio, um beijo e um queijo!!!
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Primeiro beijo: idade certa, meu primeiro beijo, etc PRIMEIRO BEIJO - LORRAYNE OLIVEIRA (Clipe Oficial) - YouTube Com Quem Será O Seu Primeiro Beijo? Teste de Personalidade ... COMO BEIJAR BEM DE PRIMEIRA!! ( BEIJAR BEM NA PRIMEIRA VEZ ... Primeiro Beijo - YouTube A HORA CERTA DE PERDER O BV - COMO BEIJAR PELA PRIMEIRA ... COM QUE IDADE PERDEMOS A VIRGINDADE? E O PRIMEIRO BEIJO? PONTO DE VISTA - PRIMEIRO BEIJO  PARAFERNALHA - YouTube PRIMEIRO BEIJO - COMO BEIJAR

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